Santuário Cristo RedentorUm dos maiores ícones mundiais, agora mais perto de você.https://cristoredentoroficial.com.br/Iluminação Laranjahttps://cristoredentoroficial.com.br/eventos/iluminacaolaranjahttps://cristoredentoroficial.com.br/eventos/iluminacaolaranjaO monumento ao Cristo Redentor irá receber iluminação especial, das 19h30 às 20h30, em prol da Campanha UNA-SE para por fim à violência contra as mulheres promovida pela Organização das Nações Unidas (ONU). <br><br> <p><br></p>Sat, 25 Nov 2017 00:00:00 -0200Ano do laicatohttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/ano-do-laicatohttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/ano-do-laicato<p>    Começaremos a viver, a partir do domingo de Cristo Rei deste ano, Dia do Cristão leigo, o ano do laicato. Uma iniciativa de nossa Conferência Episcopal no intuito de protagonizar o papel e a missão dos leigos na igreja e no na sociedade. Os leigos são os cristãos batizados que não estão ligados como membros às Sagradas Ordens, ou seja, os que foram incorporados a Cristo pelo Batismo, que formam o Povo de Deus, e que participam da função sacerdotal, profética e régia de Cristo.<br><span style="color: inherit;">    Os cristãos leigos estão na linha mais avançada da vida da Igreja; e devem ter uma consciência clara, não somente de pertencerem à Igreja, mas de “serem e sentirem com a Igreja”, isto é, a comunidade dos fiéis na terra em unidade com o Santo Padre, o Papa, e em comunhão com seus Bispos. Juntos, como a Igreja.<br></span><span style="color: inherit;">    O leigo tem como vocação própria, procurar o Reino de Deus exercendo funções no mundo, no trabalho, mas ordenando-as segundo o Plano e a vontade de Deus. Cristo os chama a ser “sal da terra e luz do mundo” (lema deste ano do laicato). O leigo deve ser testemunha de Cristo aonde o sacerdote não chega. Ele deve levar a luz de Cristo aos ambientes de trevas, de pecado, de injustiça, de violência, enfim, ao mundo de hoje com suas virtudes e mazelas. Assim, no mundo do trabalho, levando tudo a Deus, o leigo contribui para o louvor do Criador. Ele constrói o mundo pelo trabalho, e assim coloca na obra de Deus a sua assinatura.<br>    S</span><span style="color: inherit;">abendo da importância do leigo para a Igreja, a Igreja no Brasil tem a proposta de celebrar no período de 26 de novembro de 2017, Solenidade de Cristo Rei, à 25 de novembro de 2018, o “Ano do Laicato”.<br></span><span style="color: inherit;">    O tema escolhido para animar a mística do Ano do Laicato foi: “Cristãos leigos e leigas, sujeitos na ‘Igreja em saída’, a serviço do Reino” e o lema, como já dissemos: “Sal da Terra e Luz do Mundo” (Mt 5,13-14). (Retirado do site: <a href="http://cnbb.net.br/ano-do-laicato-intensificara-o-trabalho-para-que-cristaos-leigos-e-leigas-sejam-sal-e-luz-na-igreja-e-na-sociedade" style="text-decoration-line: underline;">http://cnbb.net.br/ano-do-laicato-intensificara-o-trabalho-para-que-cristaos-leigos-e-leigas-sejam-sal-e-luz-na-igreja-e-na-sociedade</a> acesso pela última vez: 30/10/2017).<br></span><span style="color: inherit;">    O Ano do Laicato terá como objetivo geral: “Como Igreja, Povo de Deus, celebrar a presença e a organização dos cristãos leigos e leigas no Brasil; aprofundar a sua identidade, vocação, espiritualidade e missão; e testemunhar Jesus Cristo e seu Reino na sociedade” (Retirado do site: <a href="http://cnbb.net.br/ano-do-laicato-intensificara-o-trabalho-para-que-cristaos-leigos-e-leigas-sejam-sal-e-luz-na-igreja-e-na-sociedade" style="text-decoration-line: underline;">http://cnbb.net.br/ano-do-laicato-intensificara-o-trabalho-para-que-cristaos-leigos-e-leigas-sejam-sal-e-luz-na-igreja-e-na-sociedade</a>, acesso pela última vez: 30/10/2017).<br></span><span style="color: inherit;">    O Concílio Ecumênico Vaticano II fez vir à tona mais ainda a atividade do leigo na Igreja: “Os leigos que forem capazes e que se formarem para isto podem também dar sua colaboração na formação catequética, no ensino das ciências sagradas e atuar nos meios de comunicação social.” (CIC §906)<br></span><span style="color: inherit;">    Os leigos são encarregados por Deus do apostolado em virtude do Batismo e da Confirmação, “eles têm a obrigação e gozam do direito, individualmente ou agrupados em associações, de trabalhar para que a mensagem divina da salvação seja conhecida e recebida por todos os homens e por toda a terra; esta obrigação é ainda mais presente se levarmos em conta que é somente por meio deles que os homens podem ouvir o Evangelho e conhecer a Cristo. Nas comunidades eclesiais, a ação deles é tão necessária que sem ela o apostolado dos pastores não pode, o mais das vezes, obter seu pleno efeito”. (CIC §900).<br></span><span style="color: inherit;">    “Os leigos podem também sentir-se chamados ou vir a ser chamados para colaborar com os próprios pastores no serviço da comunidade eclesial, para o crescimento e a vida da mesma, exercendo ministérios bem diversificados, segundo a graça e os carismas que o Senhor quiser depositar neles.” (CIC §910). Nesse sentido, além do trabalho essencial dos leigos no mundo, a colaboração intra-eclesial também é muito importante como membros da Igreja.<br></span><span style="color: inherit;">    A Comissão Episcopal Especial para o Ano do Laicato organizou as atividades em quatro eixos: 1) Eventos; 2) Comunicação, catequese e celebração; 3) Seminários temáticos nos Regionais; e 4) Publicações. O Ano do leigo, pretende ainda: “Dinamizar o estudo e a prática do documento 105: ‘Cristãos leigos e leigas na Igreja e na Sociedade’ e demais documentos do Magistério, em especial do Papa Francisco, sobre o Laicato; e estimular a presença e a atuação dos cristãos leigos e leigas, ‘verdadeiros sujeitos eclesiais’ (DAp, n. 497a), como “sal, luz e fermento” na Igreja e na Sociedade.<br></span><span style="color: inherit;">    Contudo, o Ano do laicato será muito especial, pois, teremos a oportunidade de ainda mais aprofundar na missão do leigo e do seu papel no contexto atual de Igreja e mundo. Segundo Papa Francisco: “em virtude do Batismo recebido, os fiéis leigos são protagonistas na obra de evangelização e promoção humana". "Incorporado à Igreja, cada membro do Povo de Deus é inseparavelmente discípulo e missionário. É preciso sempre reiniciar dessa raiz comum a todos nós, filhos da Mãe Igreja”. (Retirado do site: <a href="http://www.news.va/pt/news/papa-francisco-leigos-sao-protagonistas-na-obra-de/" style="text-decoration-line: underline;">http://www.news.va/pt/news/papa-francisco-leigos-sao-protagonistas-na-obra-de/</a> Acesso: 30/10/2017).<br></span><span style="color: inherit;">    Que nossos leigos e leigas neste ano especial, fiéis filhos da Igreja, e seguidores de Jesus Cristo, possam, diante de tantas ideologias e injustiças serem testemunhas de um tempo novo em que o Evangelho vivido seja um sinal de esperança cristã para a sociedade, totalmente comprometidos com Jesus Cristo e guiados pelo Espírito Santo no caminho para o Pai e assim sejam sempre mais testemunhas evangélicas da misericórdia divina!</span></p>Fri, 24 Nov 2017 18:19:45 -0200Ação de Amor do Cristo Redentor pelo Dia Nacional do Doador de Sanguehttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/acao-de-amor-do-cristo-redentor-pelo-dia-nacional-do-doador-de-sanguehttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/acao-de-amor-do-cristo-redentor-pelo-dia-nacional-do-doador-de-sangue<div>        O Cristo Redentor recebeu iluminação especial, na cor vermelha, nos dias 21, 22 e 23 de novembro, em homenagem ao Dia Nacional do Doador de Sangue. A iniciativa de promover uma campanha de conscientização social sobre o tema foi uma parceria entre a Arquidiocese do Rio de Janeiro, por meio do projeto Ação de Amor do Cristo Redentor, e o Hemorio, com o objetivo de lembrar a todos que doar sangue, além de ser uma necessidade, é um verdadeiro ato de amor ao próximo.</div><div>        A coordenadora do projeto Ação de Amor do Cristo Redentor, Silvia Helena Gonzaga, reforçou a importância de se tornar um doador, para que haja o constante abastecimento dos bancos de sangue do país:</div><div>        — A ideia do projeto Ação de Amor do Cristo Redentor, com essa iluminação, é reconhecer a importância daquele que já é um doador de sangue, por seu gesto de generosidade. Ele doa vida, explicou.</div><div>        O diretor geral do Hemorio, Luiz Amorim, esclareceu que a doação de sangue é gratuita, voluntária e um ato nobre de cidadania:</div><div>       — Contamos, mais uma vez, com a solidariedade da população, que sempre atende aos nossos chamados. As bolsas de sangue coletadas nesse período garantem que o estoque do Hemorio será suficiente para abastecer as unidades de saúde nas festas de fim de ano, quando o número de doações cai bastante, destacou.</div><div><span style="font-weight: bold;"><br></span></div><div><span style="font-weight: bold;">Para que uma campanha de conscientização?</span></div><div>        A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que o número de doadores de um país seja de 3% a 5% do total da população. Dados do Ministério da Saúde, porém, mostram que o percentual no Brasil não chega a 2%: são apenas 3,6 milhões de bolsas de sangue por ano.</div><div><br></div><div><span style="font-weight: bold;">Requisitos para a doação de sangue:</span></div><div>• Estar bem de saúde.</div><div>• Ter idade entre 18 e 69 anos (menores, com 16 e 17 anos de idade, podem doar sangue desde que levem autorização assinada por um responsável legal e um documento de identidade oficial, com foto e original, desse responsável).</div><div>• Portar documento oficial de identidade com foto (identidade, carteira de trabalho, certificado de reservista ou carteira do conselho profissional)</div><div>• Pesar mais de 50kg</div><div>• Não estar em jejum</div><div>• Não ter ingerido alimentos gordurosos</div><div>• Não estar gripado, com febre ou outro sinal de doença infecciosa</div><div>• Não ter lesão de pele que apresente sangramento</div><div>• Não ter ingerido álcool ou drogas nas últimas 24 horas</div><div>• Não ter tido hepatite após os 10 anos de idade</div><div>• Não ter múltiplos parceiros sexuais</div><div>• Mulheres grávidas ou amamentando não podem doar sangue</div><div>• Quem fez tatuagem ou piercing há menos de um ano não pode doar</div><div><br></div><div><span style="font-weight: bold;">Doação de sangue durante a Semana da Saúde, na Cinelândia</span></div><div>        Entre os dias 21 e 24 de novembro, das 7h às 17h, a Cinelândia sediou a Semana da Saúde. Além da tradicional doação de sangue do Hemorio e dos serviços de prevenção em saúde, o evento, promovido pela Secretaria de Estado de Saúde, contou com a parceria do Detran, que disponibilizou os atendimentos do Detran Presente, no dia 22 de novembro.</div><div>        A população também teve acesso aos serviços de aferição de pressão arterial, testes de glicemia e colesterol, orientação sobre alimentação saudável, vacinação contra febre amarela, teste rápido de hepatite, ultrassonografia óssea (exame para detectar osteoporose), atendimento dermatológico – incluindo prevenção e diagnóstico de hanseníase –, atendimento odontológico e avaliação com endocrinologistas, além de palestras diversas. Como parte do Novembro Azul, os homens puderam se consultar com urologistas e realizar o teste de PSA. </div><div><br></div><div><span style="font-weight: bold; font-style: italic;">* Foto Gabriel Maritato</span></div> Fri, 24 Nov 2017 18:06:13 -0200Iluminação Vermelhahttps://cristoredentoroficial.com.br/eventos/iluminacao-vermelhaaaaahttps://cristoredentoroficial.com.br/eventos/iluminacao-vermelhaaaaaO Monumento ao Cristo Redentor irá receber iluminação especial na cor vermelhas nos dias 21, 22 e 23 de novembro em prol do Dia Nacional do Doador de Sangue. A data foi instituída no Brasil em 30 de junho de 1964, pelo decreto 53.988 promulgado pelo Presidente Castello Branco. A data nos lembra que doar sangue é um verdadeiro ato de amor ao próximo. <br><br> <p><br></p>Tue, 21 Nov 2017 00:00:00 -0200Ser Sinal da Caridadehttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/ser-sinal-da-caridadehttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/ser-sinal-da-caridade<div>        Com base na carta motivadora do Papa Francisco acerca do Dia Mundial dos pobres, a primeira parte do n. 6 nos diz: “no termo do Jubileu da Misericórdia, quis oferecer à Igreja o Dia Mundial dos Pobres, para que as comunidades cristãs se tornem, em todo o mundo, cada vez mais e melhor sinal concreto da caridade de Cristo pelos últimos e os mais carenciados. Quero que, aos outros Dias Mundiais instituídos pelos meus Antecessores e sendo já tradição na vida das nossas comunidades, se acrescente este, que completa o conjunto de tais Dias com um elemento requintadamente evangélico, isto é, a predileção de Jesus pelos pobres” (Retirado do site: http://pt.radiovaticana.va/news/2017/06/13/mensagem_do_papa_para_dia_mundial_dos_pobres_texto_integral/1318638. acesso pela última vez em: 14/11/2017).</div><div><span style="white-space:pre"> </span>O Santo Padre quer motivar a todos que pratiquem e que sejam sinais de amor e caridade para aqueles que mais necessitam. Quantos estão necessitados no mundo em que vivemos? A necessidade aqui não é somente material, mas, é também uma necessidade de um acolhimento e de um afeto. Lembremos que todas as vezes que Jesus realizava uma cura e um milagre, antes de mais nada ele acolhia as pessoas. Jesus acalentava o coração daqueles que viviam perturbados e as vezes sem rumo. Como ser sinal de caridade num mundo que tanto tem pregado o ódio e o egoísmo?</div><div><span style="white-space:pre"> </span>É claro que o exemplo está em Jesus Cristo: “ Embora fosse de divina condição, Cristo Jesus não se apegou ciosamente a ser igual em natureza a Deus Pai. Jesus Cristo é Senhor para a glória de Deus Pai! Porém esvaziou-se de sua glória e assumiu a condição de um escravo, fazendo-se aos homens semelhante” (Fl 2,6-7). Nosso Senhor Jesus Cristo mostra o exemplo de não apego a nós mesmo. Jesus apresenta a realidade de ser para o outro. Este ser para o outro não significa esquecer de si, mas, cuidar de si e ter a sensibilidade de acolher, olhar e estender a mão para ajudar os mais necessitados ou ainda daqueles que precisam de uma palavra amiga.</div><div><span style="white-space:pre"> </span>Lembremos de alguns exemplos de pessoas que seguiram Jesus e tentaram imitá-lo no acolhimento aos pobres. </div><div>        1-São Francisco de Assis- Certa Vez, “enquanto estava preocupado com o trabalho de vendedor de tecidos, chega um pobre, pedindo-lhe esmola pelo amor de Deus. Não acolhe nem o pedinte, nem o pedido. Se o homem tivesse esmola em nome de um “figurão” da cidade talvez ele tivesse atendido à solicitação. De repente, “entrando em si mesmo”, Francisco teria ido atrás do mendigo e feito uma generosa esmola. Talvez a palavra generosidade seja muito apta para explicar o caminho de discernimento vocacional de Francisco e o nosso. A alma Francisca é generosa. Nunca mais Francisco negaria esmola aos pobres. Generosidade significa abertura aos outros” (Retirado do site: http://www.franciscanos.org.br/?p=13437. acesso pela última vez em: 14/11/2017).</div><div>        2- São Vicente de Paulo- A profícua vida de Vicente, calcada em uma obstinação ilimitada pelo bem ao próximo, fez deste “paladino da Caridade” um realizador incansável de inúmeras obras, como a: Congregação da Missão; Irmãs de Caridade; Orfanatos; Escolas; Hospitais; Confraria de Homens; Asilos; Evangelização dos pobres; Assistência aos doentes; Assistência aos menores; Ensino gratuito às crianças; Assistência aos doentes mentais Recuperação e assistência às prostitutas. Seu prestígio com o Rei Luis XIII lhe fez receber o cargo de Ministro da Caridade, responsável por organizar o serviço social em todo país. Vicente encarava sua missão de forma profundamente humilde. Vejamos esta passagem. Certo dia, quando pedia esmola, lhe cuspiram no rosto. Trabalhou até a morte, deixando-nos como heranças como superar a todas as dificuldades da vida. Palavras de São Vicente: “Meus irmãos, amemos a Deus, mas amêmo-Lo à nossa custa, com a fadiga de nossos braços, com o suor do nosso rosto”. Foi nomeado pelo Papa Leão XIII como Patrono dos Serviços Sociais.</div><div><span style="white-space:pre"> </span>3- Bem-Aventurada Dulce dos pobres – Chamada de Irmã Dulce e conhecida como o anjo bom da Bahia. Esta dedicou sua vida na causa das pessoas e mais necessitadas. Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes era o nome completo de Irmã Dulce. Ela nasceu em Salvador (BA), aos 26 de maio de 1914. Por volta dos 13 anos, Maria Rita já visitava áreas carentes, acompanhada por tia Madalena, irmã de sua mãe Dulce, que havia falecido. Iam aos casebres da Baixa dos Sapateiros, conhecendo de perto a pobreza, o drama dos pais de família sem emprego e as crianças abandonadas. Aos 15 anos, confidenciou à tia que desejava entrar para a Ordem Terceira de São Francisco, suja espiritualidade era voltada aos pobres. Os mais humildes a procuravam cada vez mais e em maior número, em sua casa. No dia 8 de fevereiro de 1933, trocou a Ordem Terceira de São Francisco pelo postulando no Convento do Carmo (São Cristóvão, SE). Em 15 de agosto de 1934, fez seus votos perpétuos e trocou seu nome para Dulce, em homenagem à sua dedicada, virtuosa e falecida mãe que lhe transmitiu tantos exemplos de virtude apostólica.</div><div><span style="white-space:pre"> </span>Contudo, irmãos e irmãs, ao olhar para Cristo e para os seus imitadores citados acima, sejamos sinais de caridade e de amor ao nosso próximo. Ser sinal não somente com palavras, mas, ser sinal com os nossos atos e atitudes. Que os Santos e a Bem-aventurada que citamos, possam interceder por nós para assim praticarmos sempre o bem e a ajuda ao próximo.</div> Sun, 19 Nov 2017 15:07:06 -0200Servo bomhttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/servo-bomhttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/servo-bom<div>          Estamos no penúltimo domingo do ano litúrgico, o trigésimo terceiro domingo do tempo comum. Neste domingo também celebramos o Dia Mundial dos pobres. Este dia foi criado pelo Papa Francisco, pois, ele pede a todos que voltemos o nosso coração e o nosso olhar aqueles que mais necessitam e a Igreja seja profética chamando a atenção da sociedade para essa realidade.</div><div>          A primeira leitura deste domingo (Pr 31,10-13.19-20.30-31) nos faz ler um trecho que exalta a virtude da “prudência”, da solicitude e previdência, demonstrada por uma mulher de muito valor. Isso, porque o fim do ano litúrgico, salienta a expectativa da vinda do Senhor, nos quer exortar a exercitar estas virtudes. E, de fato, a prudência ou previdência é uma das virtudes mais louvadas na Sagrada Escritura. Este hino à mulher de valor figura, pois, como conclusão de um livro que fala diversas vezes de mulheres. No Capítulo 31,10-31, a figura da mulher, não é mais como personificação poética da Sabedoria, mas como uma dona de casa judia que realiza concretamente os conselhos que a Dona Sabedoria dos primeiros capítulos dá. É a Dona Sabedoria em forma plena. E feliz de quem a adquirir! Ela vale mais do que uma pedra de coral (linguagem utilizada pelos comerciantes judeus da época).</div><div>          A segunda leitura (1Ts 5, 1-6) ressalta que a todos os filhos da luz, que tenham uma atitude vigilante, ou seja, assim como o ladrão entra em nossas casas e não sabemos a hora. Assim também será a segunda vinda do Senhor. Para isso, o cristão deve-se preparar a cada dia e a cada momento. Não durmamos, como os outros, mas sejamos vigilantes e sóbrios.</div><div>         No Evangelho deste domingo (Mt 25, 14-30), Jesus conta a parábola dos talentos: um homem que, partindo de viagem para o estrangeiro, chamou os seus próprios servos e entregou-lhes os seus bens. A um deu cinco talentos, a outro dois, a outro um. A cada um, de acordo com a sua capacidade. Depois de muito tempo ele voltou e pôs-se a ajustar as contas com eles. Elogiou e recompensou os que fizeram render os talentos a eles confiados e repreendeu e castigou o que não fez render o único talento recebido.</div><div>         O significado da parábola é claro. Nós somos os servos; os talentos são as condições com que Deus dotou cada um de nós (a inteligência, a capacidade de amar, de fazer os outros felizes, os bens temporais, a missão evangelizadora, o cuidado com os necessitados, a preocupação com um mundo mais justo…); o tempo que dura a ausência do patrão é a vida; o regresso inesperado, a morte; a prestação de contas, o juízo; entrar no gozo de Senhor, o Céu. Não somos donos, mas administradores de uns bens dos quais teremos de prestar contas.</div><div>         Na parábola, parábola o Senhor ensina-nos especialmente a necessidade de corresponder à graça de maneira esforçada, exigente e constante durante toda a vida. Importa fazer render os dons que recebemos do Senhor. O importante não é o número, mas a generosidade para fazê-los frutificar. </div><div>       O último servo, revela-nos como é que o homem se comporta quando não vive uma fidelidade ativa em relação a Deus, ou seja não confia no Senhor. Prevalecem o medo, a auto estima, a afirmação do egoísmo que procura justificar a sua conduta com as injustas pretensões do seu senhor que deseja colher onde não semeou. “Servo mau e preguiçoso”, é como o Senhor o chama ao ouvir as suas desculpas. Esqueceu uma verdade essencial: que o homem foi criado para conhecer, amar e servir a Deus neste mundo e assim merecer a vida com o próprio Deus para sempre no Céu.</div><div>        Através desta parábola, o Evangelista São Mateus nos exorta a estarmos alertas e vigilantes. Não podemos esquecer os compromissos assumidos com o Cristo Senhor. O cristão não pode deixar na gaveta os dons recebidos de Deus. No mundo, somos as testemunhas de Cristo. É com o nosso coração que Jesus continua a amar os pecadores do nosso tempo; é com as nossas palavras que Jesus continua a consolar os que estão tristes e desanimados; é com os nossos braços abertos que Jesus</div><div>continua a acolher cada irmão que está sozinho e abandonado.</div><div>       Estejamos atentos e sempre vigilantes, pois, o Senhor virá e ele não tardará. Que esta liturgia toque o nosso coração para assim vivermos como sentinelas do Senhor, com o Senhor e no Senhor. E, que como sentinelas, sempre acolhamos em nossos lares os pobres, nunca lhes furtando socorro em suas necessidades, particularmente neste domingo, como gesto concreto do desejo da Igreja e do Papa Francisco.</div> Sat, 18 Nov 2017 15:04:35 -0200Hora do Ângelushttps://cristoredentoroficial.com.br/eventos/hora-do-angeluhttps://cristoredentoroficial.com.br/eventos/hora-do-angeluA Hora do Angelus relembra aos católicos, mediante preces e orações, o momento da Anunciação - feita pelo anjo Gabriel a Maria - da concepção de Jesus Cristo, acreditada como livre do pecado original. <br><br> <p><br></p>Sat, 18 Nov 2017 00:00:00 -0200Iluminação Azulhttps://cristoredentoroficial.com.br/eventos/iluminaaacao-azulhttps://cristoredentoroficial.com.br/eventos/iluminaaacao-azulNa sexta-feira, das 19h às 20h, o Monumento ao Cristo Redentor ganha iluminação azul em prol do Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata. <br><br> <p><br></p>Fri, 17 Nov 2017 00:00:00 -0200Iluminação Azulhttps://cristoredentoroficial.com.br/eventos/iluminacao-azulhttps://cristoredentoroficial.com.br/eventos/iluminacao-azulIluminação especial em atenção ao Dia Mundial do Diabetes, na terça, 14, de 18h30 às 19h30. A ação é uma iniciativa da Sociedade Brasileira de Diabetes (SDB), uma associação sem fins lucrativos, que cumpre com o objetivo de contribuir para a prevenção e o tratamento adequado do diabetes. <br><br> <p><br></p>Tue, 14 Nov 2017 00:00:00 -0200Redentor de braços abertos para o IV Seminário de Comunicação Socialhttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/redentor-de-bracos-abertos-para-o-iv-seminario-de-comunicacao-socialhttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/redentor-de-bracos-abertos-para-o-iv-seminario-de-comunicacao-social<p>   <span style="font-weight: bold; font-style: italic;">* Por Aline Soares</span></p><p>     A apresentação cultural do IV Seminário de Comunicação Social <span style="color: inherit;">— realizado entre os dias 7 e 10 de novembro, no Centro de Estudos do Sumaré, no Rio Comprido, cujo tema “Ser Igreja na rede: a cultura digital como um recurso”  — </span><span style="color: inherit;">aconteceu aos pés do Redentor e com a ajuda de um dos melhores meios para se chegar com eficiência à uma mensagem: a música. </span></p><p><span style="color: inherit;">    O padre Arnaldo Rodrigues, um dos organizadores do IV Seminário de Comunicação Social, foi quem teve a ideia de propiciar aos participantes uma experiência de comunicação por meio da arte, já que </span><span style="color: inherit;">a ideia do evento era levar a uma reflexão sobre temas que tangem concretamente o apostolado da Igreja na era digital.</span><span style="color: inherit;">  Com essa proposta, </span><span style="color: inherit;">a Orquestra Sinfônica Jovem do Rio de Janeiro foi convidada para encerrar as atividades do encontro, n</span><span style="color: inherit;">o melhor cenário: o do Parque Nacional da Tijuca, no Santuário Cristo Redentor, cartão-postal da Cidade Maravilhosa, visitado por muitos dos participantes pela primeira vez.</span></p><p><span style="color: inherit;">    – Achei muito interessante o projeto da Orquestra, por proporcionar aos jovens de regiões de periferia da cidade a </span>possibilidade<span style="color: inherit;"> de ter contato com a música clássica e, a partir dai, ter uma transformação, também, de vida. A comunicação por meio da música não conhece classe social; ela vai transpondo e rompendo todas as barreiras. Meu objetivo era levar aos participantes do seminário a noção do tamanho da transformação que podemos proporcionar com a comunicação por meio da arte. Foi uma oportunidade de unir conhecimento, cultura e lazer em um único encontro, compartilhou o sacerdote.</span></p><p><span style="color: inherit;">    A Orquestra Sinfônica Jovem do Rio de Janeiro executou clássicos como "Adios Nonino", de Astor Piazzolla e "Carinhoso", de Pixinguinha, sob a direção do maestro Mateus Araújo. Fiorella Solares, fundadora e diretora da Ação Social pela Música no Brasil (ASMB), se declarou honrada em receber o convite para levar a música dos jovens que vieram de comunidades carentes do Rio ao maior santuário a céu aberto do mundo.</span></p><p><span style="color: inherit;">   – Que coisa melhor que música? Ela é o veículo das emoções, para quando você quer louvar a Deus, quando se está triste, feliz, apaixonado. Temos música em todos os momentos. Sentimo-nos honrados com a presença desta garotada da Orquestra Sinfônica Jovem do Rio. Nosso propósito sempre foi esse: ir às comunidades cariocas, onde as pessoas têm menos acesso, e levar conosco um projeto de portas abertas, disse Fiorella.</span><span style="color: inherit;"><br></span></p><p><span style="color: inherit;">    O Arcebispo do Rio de Janeiro, Cardeal Orani Joao Tempesta, testemunhou perante os presentes sua crença no poder da missão da comunicação de levar beleza para os lares e corações das pessoas:</span></p><p><span style="color: inherit;">    – Infelizmente, há um segmento da comunicação que se propõe a levar coisas extraordinárias e negativas, que muito tem contaminado a nossa missão e o trabalho da imprensa pelo mundo inteiro. A notícia tem feito a pessoa ficar estarrecida e nem sempre a leva ao belo. Portanto, que nós possamos fazer essa comunicação da verdade, da beleza, desejou o Cardeal.</span></p><p><span style="color: inherit;">    O reitor do Santuário, padre Omar Raposo, relembrou a todos que assim como as paredes e o teto do Santuário, a nossa comunicação tem o poder de nos expandir, da mesma forma que o horizonte e o céu são os únicos limites.</span></p><p><span style="color: inherit;">    – Hoje, a nossa estada aqui no alto do corcovado, a 110m de altura acima do nível do mar, é de grande significado para a gente poder perceber não somente a grandiosidade na nossa fé, mas também a capacidade da nossa mobilização. Que este encontro de comunicação, que já faz parte do calendário do Brasil, possa continuar a dar seus frutos, com a presença de vocês, e que cada um saia daqui, hoje, com a certeza de que podemos colaborar com a difusão dos valores que acreditamos. A forma vai ser cada vez mais impactante quanto mais nos deixemos encantar. O encantamento do coração é o que muda nossa referência estética, declarou o reitor.</span></p><p><span style="color: inherit;">    A apresentação se encerrou com uma declaração de amor, em forma de música, dos jovens da Orquestra Sinfônica para Dom Orani, com a execução surpresa da canção “Como é grande o meu amor por você”, de Roberto Carlos. O momento, no alto do Corcovado, trouxe a todos os presentes a certeza de que o Cristo, de braços abertos naquela noite, simboliza os braços abertos ao futuro e às oportunidades, ao diálogo, às diferenças e ao amor.</span></p><p><span style="color: inherit;"><br><span style="font-weight: bold;">Sobre a Ação Social pela Música do Brasil</span><br></span><span style="color: inherit;"><br>    Com a ideia de retribuir toda a boa acolhida que teve no Brasil, a violoncelista Fiorella Solares decidiu concretizar um plano idealizado pelo marido, o maestro David Machado, de ensinar música clássica às crianças de baixa renda.</span></p><p><span style="color: inherit;">    Batizado de Ação Social pela Música e prestes a completar 23 anos, o projeto leva o universo de violinos, flautas, violas e clarinetes a mais de 800 crianças de 19 comunidades cariocas. Campos dos Goytacazes, município fluminense que foi o berço da história, reúne outros 2500 alunos.</span></p><p><span style="color: inherit;">    Foi só em 2008, graças à política de pacificação, que Fiorella pôde estender a ação para a capital do estado. A primeira sede foi no Morro Dona Marta. Depois vieram os pontos em Cidade de Deus, Complexo do Alemão e Morro dos Macacos.</span></p><p><span style="color: inherit;">    As atividades acontecem à tarde, três vezes por semana, com aulas de teoria musical, instrumentos e orquestra. O projeto oferece ainda reforço em matemática e português a quem não tem bom desempenho escolar, além de fornecer cestas básicas às crianças, que estão autorizadas a levar os instrumentos para casa, com o compromisso de se exercitar pelo menos meia hora por dia.</span></p><p><span style="font-style: italic;">(Fonte: http://www.asmdobrasil.org.br/)</span></p><p></p><p><span style="font-weight: bold; font-style: italic;">*Fotos: Padre Davi da Cruz Maria</span><br></p>Mon, 13 Nov 2017 18:37:21 -0200“Ideologia de gênero” na BNCC, do MEChttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/ideologia-de-genero-na-bncc-do-mechttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/ideologia-de-genero-na-bncc-do-mec<p>    O tempo urge! Está para ser ultimado o decreto sobre a Base Nacional Curricular Comum em nosso país que, se for deixado com a menções sobre a ideologia de gênero, nos deixará à mercê de um futuro perigoso para a nossa civilização. Mesmo sendo rejeitado amplamente em quase todas as Assembleias legislativas do Brasil a Ideologia de gênero vai entrando pelo judiciário ou por decretos executivos. É importante o nosso posicionamento neste momento crucial da história de nossa nação. Precisamos nos preocupar com o futuro deste País, especialmente no que toca ao modo como serão educadas as futuras gerações à luz da nova Base Nacional Curricular Comum (BNCC), do Ministério da Educação e Cultura (MEC), que prevê a inserção obrigatória da tão perigosa “Ideologia de Gênero” no currículo escolar de nossas crianças e adolescentes.<br><span style="color: inherit;">    As pessoas sensatas, cientistas e também de fé já alertaram sobre esse erro perigoso e que agora temos a ameaça de ser imposta sobre a nossa cultura uma ideologia que destrói a sociedade em vista de uma dominação ditatorial. Já tivemos, mais de uma vez, ainda que sob não poucos protestos e até ataques diretos aos pronunciamentos, a possibilidade vitoriosa de alertar sobre a referida Ideologia e, de novo, quer fazê-lo a fim de convidar a todos os homens e mulheres, que tomarem conhecimento deste momento histórico, a uma decisão firme e participativa (como muito se prega em qualquer democracia) em favor do futuro próximo e remoto das novas gerações, por conseguinte, da família e de toda a Humanidade ameaçada.<br></span><span style="color: inherit;">    Sim, a antinatural “Ideologia de gênero” prega, em suma, que nós mesmo nascendo com um sexo biológico definido (homem ou mulher), além dele, existe o sexo psicológico ou o gênero que poderia ser construído livremente pela sociedade na qual o indivíduo está inserido e não em conformidade com a Biologia. Desse modo, em última análise, não existiria uma mulher ou um homem naturais. Ao contrário, o ser humano nasceria sexualmente neutro, do ponto de vista psíquico, e seria constituído socialmente homem ou mulher. Essa teoria faz parte de um conjunto maior de ideias que se destinam a descontruir a sociedade atual em vista de uma anarquia geral. É isso o que se pretende ensinar nas escolas de todo o Brasil, de acordo com a Base Nacional Curricular Comum, do Ministério da Educação e Cultura.<br></span><span style="color: inherit;">    Tal forma de (des)educação é totalmente contrária aos planos de Deus e à própria ciência. De modo que uma Nota da Conferência Episcopal do Peru, emitida em abril de 1998, com o título La ideologia de género: sus peligros y alcances aponta a raiz marxista e ateia desse sistema ideológico e assegura que, segundo a ideologia de gênero, não é a natureza, mas a sociedade quem vai impondo ao homem ou à mulher certos comportamentos típicos. Desse modo, se a menina prefere brincar de casinha ou aconchegar a boneca isso não se deveria ao seu instinto natural à maternidade, mas tão somente a uma convenção social dominadora. Se as mulheres se casam com homens e não com outras mulheres, isso nada teria de natural, mas dever-se-ia apenas a uma “tradição social” das classes dominantes.<br></span><span style="color: inherit;">    Vê-se, portanto, de modo muito claro, que a referida Ideologia é contra Deus, autor da Lei natural moral e física, que criou homem e mulher (Gn 1,27). Daí, em Discurso proferido, no dia 21 de dezembro de 2012, à Cúria Romana, o Papa Bento XVI via o “termo ‘gênero’ como nova filosofia da sexualidade”. Por meio dele (do termo gênero) “o homem contesta o fato de possuir uma natureza pré-constituída pela sua corporeidade, que caracteriza o ser humano. Nega a sua própria natureza, decidindo que esta não lhe é dada como um fato pré-constituído, mas é ele próprio quem a cria. De acordo com a narração bíblica da criação, pertence à essência da criatura humana ter sido criada por Deus como homem ou como mulher. Esta dualidade é essencial para o ser humano, como Deus o fez. É precisamente esta dualidade como ponto de partida que é contestada. Deixou de ser válido aquilo que se lê na narração da criação: ‘Ele os criou homem e mulher’ (Gn 1,27). Isto deixou de ser válido, para valer que não foi Ele que os criou homem e mulher; mas teria sido a sociedade a determiná-lo até agora, ao passo que agora somos nós mesmos a decidir sobre isto. Homem e mulher como realidade da criação, como natureza da pessoa humana, já não existem. O homem contesta a sua própria natureza”.<br></span><span style="color: inherit;">    O Papa Bento abordou a ideologia de gênero ainda, em 19 de janeiro de 2013, falando que “os Pastores da Igreja – a qual é ‘coluna e sustentáculo da verdade’ (1Tm 3,15) – têm o dever de alertar contra estas derivas tanto os fiéis católicos como qualquer pessoa de boa vontade e de razão reta”.<br></span><span style="color: inherit;">    Também o Papa Francisco, na Audiência Geral de 15 de abril de 2015, disse: “Pergunto-me, por exemplo, se a chamada teoria do gênero não é expressão de uma frustração e resignação, com a finalidade de cancelar a diferença sexual por não saber mais como lidar com ela. Neste caso, corremos o risco de retroceder. A eliminação da diferença, com efeito, é um problema, não uma solução. Para resolver seus problemas de relação, o homem e a mulher devem dialogar mais, escutando-se, conhecendo-se e amando-se mais”.<br></span><span style="color: inherit;">    É a Ideologia de gênero contra a ciência, de modo que, no dia 21 de março de 2016, o Colégio de Pediatras dos Estados Unidos publicou uma declaração intitulada A ideologia de gênero faz mal às crianças. Nela convida, de modo firme, os “‘educadores e legisladores’ a ‘rechaçar(em) todas as políticas que condicionem as crianças a aceitar(em) como normal uma vida de personificação química ou cirúrgica de seu sexo pelo sexo oposto’. ‘São os fatos e não a ideologia’, afirmam, ‘que determina a realidade’, isto é, que ‘a sexualidade é um traço biológico objetivo’”.<br></span><span style="color: inherit;">    Diz a Nota, entre tantas outras afirmações científicas de valor, que “condicionar as crianças a crerem que é normal e saudável uma vida inteira de personificação química e cirúrgica do sexo oposto é abuso infantil. Respaldar a discordância de gênero como algo normal por meio da educação pública e das políticas legais confundirá os filhos e os pais, levando mais crianças a recorrerem às ‘clínicas de gênero’, onde lhes será administrado drogas bloqueadoras da puberdade (isso já ocorreu em alguns locais). Isto, por sua vez, virtualmente, assegurará que eles ‘escolherão’ uma vida inteira de hormônios sexuais cruzados, cancerígenos e de alguma forma tóxicos, e, provavelmente, considerarão a desnecessária mutilação cirúrgica de partes saudáveis do seu corpo quando forem adultos jovens” (<a href="http://refletindo7.blogspot.com.br/2016/04/a-ideologia-de-genero-faz-mal-as.html" style="text-decoration-line: underline;">http://refletindo7.blogspot.com.br/2016/04/a-ideologia-de-genero-faz-mal-as.html</a>).<br></span><span style="color: inherit;">    Trata-se de um abalizado e oportuno alerta que não vem do meio religioso, mas medico-acadêmico. Ele corrobora, de modo enfático, o rico ensinamento da Igreja segundo o qual a “Ideologia de Gênero” é antinatural e, por isso mesmo, atenta contra Deus e coloca o futuro da Humanidade em perigo.<br></span><span style="color: inherit;">    Reflitamos com atenção a respeito do tema e, dentro da lei e da ordem – meta importante a todo fiel cristão –, reajamos alertando os próximos e assinando campanhas contrárias a essa introdução na BNCC.<br></span><span style="color: inherit;">    Que Deus, por intercessão de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, cujos 300 anos do encontro da imagem, nas águas do rio Paraíba do Sul, celebramos neste ano de 2017, nos abençoe e guarde junto à sua família, hoje e sempre. </span></p><p><br></p>Mon, 13 Nov 2017 14:30:07 -0200Oração dos pobreshttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/oracao-dos-pobreshttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/oracao-dos-pobres<div>        Vivenciando a semana da solidariedade preparando o Dia Mundial do pobre, recordo que o Papa Francisco, em sua mensagem (nº 8) trata do tema da oração do pobre. A oração do pobre é a oração do Pai Nosso.</div><div><span style="white-space:pre"> </span>O Evangelho de Lucas 11, 1-13 nos apresenta a oração do Pai Nosso. Jesus, mais uma vez, está em oração, num lugar. Lucas não se importa em precisá-lo. Qualquer lugar pode se tornar um espaço de oração: em casa, fora da pátria, na estrada. Os discípulos esperam respeitosamente, Jesus terminar a oração, para pedir-lhe que os ensine. Vêem que Jesus alimenta a sua espiritualidade na oração e sentem necessidade de também eles beberem desta fonte, capaz de sustentar a caminhada. Querem saber o conteúdo da oração, a qual Jesus resume em cinco pedidos, que facilmente podem ser repetidos. </div><div><span style="white-space:pre"> </span>Chamar a Deus de Pai revoluciona a relação entre aquele que faz a oração e a quem se dirige a mesma. Estabelece uma relação de intimidade e de confiança naquele que é doador da vida, cheio de misericórdia (6,36). Não é um pedido intimista, mas aberto. Expressa o desejo de que o Pai se dê conhecer a todos, para que todos conheçam a sua santidade, ou seja, que se realize a sua justiça. Historicamente, Deus se deu a conhecer libertando seu povo (Êx 3,14). </div><div><span style="white-space:pre"> </span>O Evangelho (Lc 11, 1-13) retoma o tema da oração. Jesus, solicitado pelos seus discípulos, ensina-os a orar: “Quando orardes, dizei: Pai, santificado seja o Teu nome. Venha o Teu reino” (Lc 11, 2). O cristão, autorizado por Jesus, chama a Deus de Pai, nome que dá à oração uma atitude filial, que pode derramar o seu coração no coração de Deus, apresentando-Lhe as suas necessidades, de maneira simples e espontânea, como indica o Pai-nosso.</div><div><span style="white-space:pre"> </span>Com a parábola do amigo importuno Jesus ensina a orar com perseverança e insistência, como fez Abraão, sem temer a ser indiscretos: “Pedi, procurai, batei”. Não há horas inconvenientes para Deus. Nunca se aborrece da oração humilde e confiada dos Seus filhos, mas antes se compraz com ela: “Todo aquele que pede recebe; quem procura encontra; e ao que bate abrir-se-á” (Lc 11, 10). E, mesmo que o homem nem sempre obtenha aquilo que pede, é certo que a sua oração não é em vão, pois o Pai celeste responde sempre com o Seu amor e a seu favor, embora de uma maneira oculta e diferente da que o homem espera. O mais importante não é obter isto ou aquilo, mas sim, que nunca lhe falte a graça de ser cada dia fiel a Deus. Esta graça está garantida ao que ora sem cessar: “Se vós que sois maus sabeis dar coisas boas aos vossos filhos, quanto mais o Pai do céu dará o Espírito Santo aos que O pedirem” (Lc 11, 13). No dom do Espírito Santo, estão incluídos todos os bens que Deus quer conceder aos Seus filhos.</div><div><span style="white-space:pre"> </span>Afinal, por que orar? Para nos abrir e escutar o Senhor, para nos fazer tomar consciência dele com todo o nosso ser, para que percebamos com cada fibra do nosso ser, do nosso consciente e do nosso inconsciente que não nos bastamos a nós mesmos, mas somos seres chamados a viver a vida em comunhão com o Infinito, em relação com o Senhor. Sem a oração, perderíamos nossa referência viva a Deus, cairíamos na ilusão que somos o centro da nossa vida e reduziríamos o Senhor Deus a uma simples ideia abstrata, distante e sem força. <span style="white-space:pre"> </span>Todo aquele que não reza, seja leigo, seja religioso, seja padre, perde Deus, perde a relação viva com ele. Pode até falar dele, mas fala como quem fala de uma ideia, de uma teoria e não de alguém vivo e próximo, que enche a vida de alegria, ternura, paz e amor. Sem a oração, Deus morre em nós. Sem a oração é impossível uma experiência verdadeira e profunda de Deus e, portanto, é impossível ser cristão. Por tudo isso, a oração tem que ser diária, perseverante e fiel.</div><div><span style="white-space:pre"> </span>Jesus retirava-se para rezar, com frequência! E um dia, ao terminar a sua oração, seus discípulos lhe pediram: “Senhor, ensina-nos a orar… É o que nós temos de pedir também: Jesus, ensina-me de que modo relacionar-me com o Pai, diz-me como e que coisas devo pedir! Se Jesus foi um homem orante, também os cristãos são chamados a serem homens e mulheres orantes. Para que possam transformar toda a sua vida numa comunhão profunda com Deus, importa dedicar espaços de tempo explicitamente ao exercício da oração. Sem dúvida a oração constitui uma profunda experiência pascal. Daí cuidarmos da vida de oração, pois a oração é o grande recurso para sair do pecado, perseverar na graça, mover o coração de Deus e atrair sobre nós toda a sorte de bênçãos do céu, quer para a alma, quer pelo que respeita às nossas necessidades temporais.</div><div><span style="white-space:pre"> </span>O Santo Padre nos diz: “o Pai Nosso é a oração dos pobres. De fato, o pedido do pão exprime o abandono a Deus nas necessidades primárias da nossa vida”. “O Pai Nosso é uma oração que se exprime no plural: o pão que se pede é “nosso”, e isto implica partilha, comparticipação e responsabilidade comum. Nesta oração, todos reconhecemos a exigência de superar qualquer forma de egoísmo, para termos acesso à alegria do acolhimento recíproco” (Retirado do site: tps://w2.vatican.va/content/francesco/pt/messages/poveri/documents/papa-francesco_20170613_messaggio-i-giornatamondiale-poveri-2017.html. acessado pela última vez em: 07/11/2017).</div><div><span style="white-space:pre"> </span>Contudo, observemos que a oração que Jesus ensinou, o Pai-nosso, é toda ela centrada não em nós, mas no Pai: no seu Reino, na sua vontade, na santificação do seu nome. Somente depois, quando aprendermos a deixar que Deus seja tudo na nossa vida, é que experimentaremos que somos pessoas novas, transformadas pela graça do Senhor.</div> Sun, 12 Nov 2017 15:00:30 -0200Partilhar com os pobreshttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/partilhar-com-os-pobreshttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/partilhar-com-os-pobres<p>    A Igreja tem a graça de celebrar no próximo dia 19 de novembro, o Dia Mundial dos Pobres. Esta data foi instituída pelo Papa Francisco. Para motivar a celebração deste dia tão especial, o Papa Francisco escreveu uma carta com o tema: “não amemos com palavras, mas com obras”. É uma mensagem repleta de citações bíblicas e orientações claras para nosso posicionamento eclesial.<br><span style="color: inherit;">    Uma reflexão é sobre a partilha. Exatamente no número 9 da carta, o Santo Padre quer motivar aos Bispos, padres e diáconos, às pessoas consagradas, às associações, os movimentos e ao vasto mundo do voluntariado que olhem para os pobres e façam algo por eles. O Papa recorda que: “os pobres não são um problema”.<br></span><span style="color: inherit;">    Meditando sobre os Evangelhos, impressiona-nos a mensagem de Cristo, fundada totalmente no amor aos irmãos, na caridade e na partilha. Além das vezes que o Divino Mestre fala do amor que devemos ter para com Deus que é Pai quando Ele sempre nos apresenta como o doador de tudo, que nos ama a ponto de dar o Filho a morte para a salvação dos homens Ele reafirma o primeiro mandamento do amor a Deus, logo, a seguir completa-o o amor ao próximo. Ilustra-o na Parábola do Bom Samaritano (Lucas 10, 25-37).<br></span><span style="color: inherit;">    As cartas do apóstolo João insistem no mesmo aspecto catequético e com clareza apostólica, afirma que aquele que diz amar a Deus e não amar a seus irmãos é um mentiroso. E continua que é muito fácil proclamar que amamos a Deus, a quem não vemos, mas se desprezamos os irmãos que estão ao nosso lado, onde estão a caridade, onde estão o amor? (1Jo.4,20).<br></span><span style="color: inherit;">    Paulo, na sua Carta aos Coríntios (Coríntios 13), proclama e exalta a caridade (partilha). Quase sabemos de cor o texto maravilhoso. Somos levados a interpretar esse hino como o amor ao Pai Celeste. Mas, o apostólo fala da excelência do amor entre os irmãos. Ainda que eu falasse todas as línguas dos anjos, ou tivesse toda a ciência, sem a caridade seria um bronze que soa e cujo som se perde nas quebradas dos montes. Logo a seguir nos ensina em que consiste a caridade: na paciência, na humildade, no fazer o bem, na longanimidade, na partilha da dor e da alegria com os irmãos, no perdão tão difícil. E conclui pela perenidade do amor e da caridade. Tudo cessa quando vier a perfeição, exceto a caridade, pela qual seremos medidos.<br></span><span style="color: inherit;">    Quero recordar aqui também o Evangelho onde Jesus sacia a multidão. Demos um passo em frente: de onde nasce o convite que Jesus faz aos discípulos para que tirem eles mesmos a fome à multidão? Nasce de dois motivos: em primeiro lugar da turba que, seguindo Jesus, se encontra em campo aberto, longe de lugares habitados, enquanto se faz noite; e, depois, da preocupação dos discípulos que pedem a Jesus para despedir as pessoas para que vá para as terras vizinhas para encontrar alimento e alojamento (cf. Lc 9,12). Diante da necessidade da multidão, eis a solução dos discípulos: que cada um pense em si próprio; despedir a multidão! Quantas vezes nós, cristãos, temos esta tentação. Não fazemos caso da necessidade dos outros, despedindo-os com um piedoso “Que Deus te ajude", ou com um não tão piedoso "Boa sorte”.<br></span><span style="color: inherit;">    Mas a solução de Jesus vai noutro sentido, um sentido que surpreende os discípulos: “Dai-lhes vós mesmos de comer”. Mas como é que é possível sermos nós a dar de comer a uma multidão? “Só temos cinco pães e dois peixes” onde iremos comprar alimento para toda esta gente? (Lc 9,13). Mas Jesus não se desencoraja: pede aos discípulos para fazerem sentar as gentes em comunidades de cinquenta pessoas, levanta os olhos ao céu, recita a bênção, parte os pães e dá-os aos discípulos para que os distribuam (cf. Lc 9,16). É um momento de profunda comunhão: a multidão saciada pela palavra do Senhor é agora alimentada pelo seu pão de vida. E todos foram saciados, nota o evangelista (cf. Lc 9,17).<br></span><span style="color: inherit;">    Ao olhar este Evangelho vemos é claro o milagre, mas, também a partilha. Partilhar significa doar e entregar. Somos convidados a partilhar! Olhemos para os pobres de nossa comunidade para assim ajuda-los. Quanto a caridade e a partilha dizia o patrono da caridade e dos pobres: “dez vezes irão aos pobres, dez vezes encontrarão a Deus” ( São Vicente de Paulo).</span></p><div><br></div>Sat, 11 Nov 2017 14:50:56 -0200Dia mundial dos pobreshttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/dia-mundial-dos-pobreshttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/dia-mundial-dos-pobres<p>    Iniciamos a semana preparatória para celebrar o Dia Mundial dos pobres. O Papa João XXIII que, às vésperas do Concílio Ecumênico Vaticano II, usou a expressão “Igreja dos pobres”. Em sua mensagem ao mundo no dia 11 de setembro de 1962, falando de Cristo como luz do mundo e da missão da Igreja de irradiar essa luz, exprimiu de forma surpreendente e inesperada, o que qualifica como um ponto luminoso: “Pensando nos países subdesenvolvidos, a Igreja se apresenta e quer realmente ser a Igreja de todos, em particular, a Igreja dos pobres” (Retirado do site: <a href="https://w2.vatican.va/content/john-xxiii/pt/speeches/1962/documents/hf_j-xxiii_spe_19621011_opening-council.html" style="text-decoration-line: underline;">https://w2.vatican.va/content/john-xxiii/pt/speeches/1962/documents/hf_j-xxiii_spe_19621011_opening-council.html</a>. Acesso pela última vez em: 01/11/2017).<br><span style="color: inherit;">    Em que consiste concretamente esse ser dos pobres, ou como ele configura a Igreja em sua totalidade, depende do contexto histórico, das expressões que a pobreza e a opressão vão adquirindo, bem como das reais possibilidades, esforços e lutas por sua superação. Estamos, portanto, diante de uma verdade de fé que se verifica (faz-se verdade) na história, adquirindo, assim, distintas configurações e expressões.<br></span><span style="color: inherit;">    A Igreja dos pobres é uma Igreja na qual os pobres estão no centro; uma Igreja que se faz com origem e em função dos pobres e que encontra neles seu princípio de estruturação, organização e missão. E isso marca e determina radicalmente a Igreja em sua totalidade: quando os pobres se tornam o centro da Igreja, eles dão direção e sentido a tudo o que legitimamente e necessariamente constitui a realidade concreta da Igreja: sua pregação e ação, suas estruturas administrativas, culturais, dogmáticas, teológicas etc.<br></span><span style="color: inherit;">    Os fundamentos teológicos são claros: “deriva da nossa fé em Jesus Cristo” (EG, 186), “deriva da própria obra libertadora da graça em cada um de nós” (EG, 188). Não é uma questão meramente opcional. É algo constitutivo da fé cristã (cf. EG, 48). Por isso mesmo, os cristãos e as comunidades cristãs “são chamados, em todo lugar e circunstância, a ouvir o clamor dos pobres” (EG, 191) e a “ser instrumentos de Deus ao serviço da libertação e promoção dos pobres.” (EG, 187).  (Retirado do site: </span><a href="https://w2.vatican.va/content/francesco/pt/apost_exhortations/documents/papa-francesco_esortazione-ap_20131124_evangelii-gaudium.html" style="background-color: rgb(255, 255, 255); text-decoration-line: underline;">https://w2.vatican.va/content/francesco/pt/apost_exhortations/documents/papa-francesco_esortazione-ap_20131124_evangelii-gaudium.html</a><span style="color: inherit;">. Acesso pela última vez em: 01/11/2017).<br></span><span style="color: inherit;">    A expressão “pobre” tem um sentido bastante amplo para o Papa Francisco. A Igreja tem a graça de celebrar no próximo dia 19 de novembro, o primeiro Dia Mundial dos pobres. Para isso, o Papa Francisco dirigiu uma mensagem a todo “orbe católico” falando e motivando sobre esta tão importante data instituída. O tema da carta foi: “não amemos com palavras, mas com obras”.<br></span><span style="color: inherit;">    O Papa Francisco cita em seu discurso o exemplo deixado por São Francisco de Assis: “assumamos, pois, o exemplo de São Francisco, testemunha da pobreza genuína. Ele, precisamente por ter os olhos fixos em Cristo, soube reconhecê-Lo e servi-Lo nos pobres. Por conseguinte, se desejamos dar o nosso contributo eficaz para a mudança da história, gerando verdadeiro desenvolvimento, é necessário escutar o grito dos pobres e comprometermo-nos a erguê-los do seu estado de marginalização. Ao mesmo tempo recordo, aos pobres que vivem nas nossas cidades e nas nossas comunidades, para não perderem o sentido da pobreza evangélica que trazem impresso na sua vida” (Retirado do site: </span><a href="https://w2.vatican.va/content/francesco/pt/messages/poveri/documents/papa-francesco_20170613_messaggio-i-giornatamondiale-poveri-2017.html" style="background-color: rgb(255, 255, 255); text-decoration-line: underline;">https://w2.vatican.va/content/francesco/pt/messages/poveri/documents/papa-francesco_20170613_messaggio-i-giornatamondiale-poveri-2017.html</a><span style="color: inherit;">. Acesso pela última vez: 01/11/2017).<br></span><span style="color: inherit;">    Disse o Papa Francisco: “conhecemos a grande dificuldade que há, no mundo contemporâneo, de poder identificar claramente a pobreza. E todavia esta interpela-nos todos os dias com os seus inúmeros rostos marcados pelo sofrimento, pela marginalização, pela opressão, pela violência, pelas torturas e a prisão, pela guerra, pela privação da liberdade e da dignidade, pela ignorância e pelo analfabetismo, pela emergência sanitária e pela falta de trabalho, pelo tráfico de pessoas e pela escravidão, pelo exílio e a miséria, pela migração forçada. A pobreza tem o rosto de mulheres, homens e crianças explorados para vis interesses, espezinhados pelas lógicas perversas do poder e do dinheiro. Como é impiedoso e nunca completo o elenco que se é constrangido a elaborar à vista da pobreza, fruto da injustiça social, da miséria moral, da avidez de poucos e da indiferença generalizada!” (Retirado do site:</span><a href=" https://w2.vatican.va/content/francesco/pt/messages/poveri/documents/papa-francesco_20170613_messaggio-i-giornatamondiale-poveri-2017.html" style="background-color: rgb(255, 255, 255); text-decoration-line: underline;"> https://w2.vatican.va/content/francesco/pt/messages/poveri/documents/papa-francesco_20170613_messaggio-i-giornatamondiale-poveri-2017.html</a><span style="color: inherit;">. Acesso pela última vez: 01/11/2017).<br></span><span style="color: inherit;">    Contudo, o Papa Francisco ao instituir o Dia Mundial dos pobres, ele quer que as comunidades reflitam e façam algo concreto pelos pobres. Em nossa Arquidiocese, iniciaremos com um Fórum Social. Este faz parte do Calendário do Dia Mundial dos Pobres idealizado pelo Papa Francisco. Este momento de formação é voltado especialmente para as pessoas que trabalham com as diversas situações de pobreza. Este encontro será neste sábado, dia 11 de novembro de 2017, de 8h às 17h, no Auditório do 2° andar, do Edifício João Paulo II, Rua Benjamin Constant, 23, Glória. </span></p><div><br></div>Fri, 10 Nov 2017 14:38:55 -0200O grande princípio da Liturgiahttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/o-grande-principio-da-liturgiahttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/o-grande-principio-da-liturgia<p>    O Papa Francisco publicou, em 3 de setembro último, a Carta Apostólica, em forma de <span style="font-style: italic;">motu próprio</span> (de livre iniciativa), intitulada <span style="font-style: italic;">Magnum Principium </span>(o grande ou o importante princípio) na qual reforma o cânon 838 do Código de Direito Canônico, de 1983, à luz das reformas litúrgicas propostas pelo Concílio Vaticano II (1962-65) e de outros documentos complementares publicados ao longo do pós-Concílio.<br><span style="color: inherit;">    O cerne do </span><span style="color: inherit; font-style: italic;">motu próprio </span><span style="color: inherit;">está no seu final, quando diz: [...] “no futuro o cân. 838 será lido como segue:”<br></span><span style="color: inherit;">    “Cân. 838 – § 1. Regular a sagrada liturgia depende unicamente da autoridade da Igreja: isto compete propriamente à Sé Apostólica e, por norma de direito, ao Bispo diocesano.”<br></span><span style="color: inherit;">    “§ 2. É da competência da Sé Apostólica ordenar a sagrada liturgia da Igreja universal, publicar os livros litúrgicos, rever as adaptações aprovadas segundo a norma do direito da Conferência Episcopal, assim como vigiar para que as normas litúrgicas sejam fielmente observadas em toda a parte.”<br></span><span style="color: inherit;">    “§ 3. Compete às Conferências Episcopais preparar fielmente as versões dos livros litúrgicos nas línguas correntes, convenientemente adaptadas dentro dos limites definidos, aprová-las e publicar os livros litúrgicos, para as regiões de sua pertinência, depois da confirmação da Sé Apostólica.”<br></span><span style="color: inherit;">    “§ 4. Ao Bispo diocesano na Igreja a ele confiada compete, dentro dos limites da sua competência, estabelecer normas em matéria litúrgica, as quais todos devem respeitar.”<br></span><span style="color: inherit;">    “Por consequência devem ser interpretados quer o art. 64 § 3 da Constituição Apostólica Pastor bonus quer as outras leis, em particular as que estão contidas nos livros litúrgicos, acerca das suas versões. De igual modo disponho que a Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos modifique o próprio ‘Regulamento’ com base na nova disciplina e ajude as Conferências Episcopais a desempenhar a sua tarefa e se comprometa a promover cada vez mais a vida litúrgica da Igreja Latina.”<br></span><span style="color: inherit;">    O Documento despertou apreensões de vários matizes, muitas vezes preocupados com que a essência da Liturgia fique em perigo, dado que cada Conferência Episcopal poderia traduzi-la a seu critério subjetivo longe das orientações da Santa Sé, o que, então, poderia causar sérios danos e até divisões no meio do Povo de Deus. Parece ir na referida “observação” uma veemente crítica aos Bispos por parte de alguns grupos. Estes não sucederiam, em conjunto, o Colégio Apostólico, mas, em contrário, agiriam como “irresponsáveis” no que se refere à Liturgia.<br></span><span style="color: inherit;">    Ora, tal perigo não parece existir se levamos em conta a maturidade e a especialização de cada um dos Bispos, bem como as próprias palavras do Santo Padre, no </span><span style="color: inherit; font-style: italic;">Magnum Principium</span><span style="color: inherit;">, que valem a pena ser citadas a fim de sanar qualquer dúvida ainda pendente em um tema que é, realmente, complexo... E tal complexidade não passou, de forma alguma, despercebida no Documento Pontifício, que, aliás, faz eco à legítima preocupação dos próprios Padres Conciliares. Afirma, portanto, Francisco, ante o desafio da Igreja na matéria litúrgica: “Por um lado, era preciso unir o bem dos fiéis de qualquer idade e cultura e o seu direito a uma participação consciente e ativa nas celebrações litúrgicas com a unidade substancial do Rito Romano; por outro, as mesmas línguas vulgares muitas vezes só de maneira progressiva teriam podido tornar-se línguas litúrgicas, esplendorosas não diversamente do latim litúrgico por elegância de estilo e pela gravidade dos conceitos a fim de alimentar a fé”.<br></span><span style="color: inherit;">    Ora, para ajudar a cada Conferência Episcopal, a Santa Sé publicou indicações, leis, normas, instruções etc. ao longo dos últimos cinquenta anos e que devem, continuar a ser seguidas no grande trabalho com a Sagrada Liturgia “como instrumentos adequados a fim de que, na grande variedade de línguas, a comunidade litúrgica possa alcançar um estilo expressivo adequado e congruente com cada uma das partes, mantendo a integridade e a fidelidade cuidadosa, sobretudo na tradução de alguns textos de maior importância em cada livro litúrgico”.<br></span><span style="color: inherit;">    Mais: “A finalidade das traduções dos textos legislativos e dos textos bíblicos, para a liturgia da palavra, é anunciar aos fiéis a palavra de salvação em obediência à fé e exprimir a oração da Igreja ao Senhor. Com este objetivo é preciso comunicar fielmente a um determinado povo, através da sua língua, o que a Igreja pretendeu comunicar a outro por meio da língua latina. Mesmo se a fidelidade nem sempre pode ser julgada por simples palavras, mas no contexto de toda a ação da comunicação e segundo o próprio gênero literário, contudo alguns termos peculiares devem ser considerados também no contexto da íntegra fé católica, dado que cada tradução dos textos litúrgicos deve ser congruente com a sã doutrina”. Nunca se pode improvisar.<br></span><span style="color: inherit;">    A decisão Conciliar não é – como se vê – de fácil aplicação prática, daí o surgimento de problemas ou de dificuldades ao longo dos anos. Problemas que, no entanto, são solucionáveis com o empenho de todos os envolvidos primeiros na questão, ou seja, as Conferências Episcopais e o Dicastério romano que atua na área, a Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, em vista da unidade da fé e do bem do Povo de Deus. É o que expressa o Papa nas seguintes palavras: “Sem dúvida, deve-se prestar atenção à utilidade e ao bem dos fiéis, e não se deve esquecer o direito e o encargo das Conferências Episcopais que, juntamente com as Conferências Episcopais de regiões que têm a mesma língua e com a Sé Apostólica, devem garantir e estabelecer que, salvaguardada a índole de cada língua, seja dado plena e fielmente o sentido do texto original e que os livros traduzidos, até depois das adaptações, resplandeçam sempre pela unidade ao Rito Romano”. Trata-se, como vemos, de tarefa muito séria e responsável. Cada Conferência Episcopal a tratará em plena fidelidade à Escritura e à Tradição interpretadas, de modo autêntico, apenas pelo Magistério ordinário e/ou extraordinário da Igreja.<br></span><span style="color: inherit;">    Por fim, seja citada a fala de Dom Arthur Roque, Arcebispo secretário da Congregação para o Culto Divino e Disciplina do Sacramentos, ao escrever que “a </span><span style="color: inherit; font-style: italic;">confirmatio</span><span style="color: inherit;"> da Sé apostólica não se apresenta como uma intervenção alternativa de tradução, mas como um ato autoritativo com o qual o dicastério competente ratifica a aprovação dos bispos. Supondo obviamente uma avaliação positiva da fidelidade e da congruência dos textos produzidos em relação à edição típica sobre a qual se funda a unidade do rito, e tendo em conta sobretudo os textos de maior importância, especialmente as fórmulas sacramentais, as orações eucarísticas, as orações de ordenação, o rito da Missa e assim por diante” (</span><span style="color: inherit; font-style: italic;">L’Osservatore</span><span style="color: inherit;"> Romano, 21/09/17, p. 8 e 10).<br>    T</span><span style="color: inherit;">ambém o Santo Padre ao responder a essa questão deixou bem claro essa posição conforme noticiário da Rádio Vaticano de 23/10 p.p.: Em documento endereçado ao Prefeito da Congregação para o Culto Divino -  divulgado pela Sala de Imprensa da Santa Sé -  o Papa sublinha antes de tudo a "clara diferença" que o novo </span><span style="color: inherit; font-style: italic;">Motu proprio</span><span style="color: inherit;"> estabelece entre</span><span style="color: inherit; font-style: italic;"> recognitio</span><span style="color: inherit;"> (verificação) e </span><span style="color: inherit; font-style: italic;">confirmatio</span><span style="color: inherit;"> (confirmação). Não são "sinônimos", nem "intercambiáveis", enfatiza o Pontífice. E isto - observa - para "abolir a prática adotada pelo Dicastério após a</span><span style="color: inherit; font-style: italic;"> Liturgiam authenticam</span><span style="color: inherit;"> e que o novo </span><span style="color: inherit; font-style: italic;">Motu proprio</span><span style="color: inherit;"> quis modificar”.<br></span><span style="color: inherit;">    Também o secretário-geral da Congregação esclareceu ao dizer que “a ‘confirmatio’ é um ato de autoridade com a qual a Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos ratifica a aprovação dos Bispos, deixando a responsabilidade da tradição, presumidamente fiel, ao </span><span style="color: inherit; font-style: italic;">múnus</span><span style="color: inherit;"> doutrinal e pastoral das Conferências dos Bispos. Resumindo, realizada ordinariamente na base da confiança, a ‘confirmatio’ supõe uma positiva avaliação da fidelidade e da congruência dos textos produzidos em relação ao texto típico latino” [...] (idem, p. 10).<br></span><span style="color: inherit;">    É o que podemos refletir a propósito do </span><span style="color: inherit; font-style: italic;">Motu Proprio Magnum Principium</span><span style="color: inherit;">.</span></p>Sun, 05 Nov 2017 17:04:55 -0200Chamados à santidadehttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/chamados-asantidadehttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/chamados-asantidade<p>    Iniciamos o mês de novembro com os olhos voltados para o nosso fim último. De um lado, ao celebramos o dia de finados, ou seja, a comemoração de todos os fiéis defuntos, recordamos a nossa situação humana e a necessidade de intercessão pelos falecidos. De outro lado recordamos que o nosso fim último é Deus: somos todos chamados à santidade. No Brasil, essa solenidade passa do dia 1º de novembro (calendário universal) para o domingo seguinte, que, neste ano, substitui o 31º domingo do tempo comum. É um momento celebrativo importante para que não esqueçamos o para que fomos criados: para estar com Deus pela fé neste mundo e um dia estar com Ele no céu.<br><span style="color: inherit;">    “Sede, pois, perfeitos como vosso pai celestial é perfeito” (Mt 5, 48). Jesus dirige estas palavras não somente aos Apóstolos, mas a todos os que de verdade queiram ser seus discípulos. O Mestre chama todos à santidade sem distinção de idade, profissão, raça ou condição social. Não há seguidores de Cristo sem vocação cristã, sem uma chamada pessoal à santidade. Deus nos escolheu para sermos santos e imaculados na sua presença, dirá São Paulo aos primeiros cristãos de Éfeso; e para conseguirmos esta meta, é necessário que nos empenhemos num esforço que se prolongará por todos os nossos dias aqui na terra: O justo justifique-se mais e o santo mais e mais se santifique.<br></span><span style="color: inherit;">    Esta doutrina do chamado universal à santidade nos diz o Concílio Ecumênico Vaticano II: “todos os cristãos, seja qual for sua condição ou estado, são chamados pelo Senhor, cada um no seu caminho, à perfeição da santidade pela qual é perfeito o próprio Pai” (Cf. Lumen Gentium, 11). A nossa fé nos ensina que somente Deus é Santo. Na Bíblia, "santo" significa literalmente, "separado". Deus é aquele que é separado, absolutamente diferente de tudo quanto exista no céu e na terra: Ele é único, Ele é absoluto, Ele sozinho se basta, sozinho é pleno, sozinho é infinitamente feliz. Ele é Deus! Por isso, Santo, em sentido absoluto, é somente o Deus uno e trino, Pai, Filho e Espírito Santo. A Jesus, o Filho eterno feito homem, nós proclamamos em cada missa: "Só vós sois o Santo"; ao Pai nós dizemos: "Na verdade, ó Pai, vós sois Santo e fonte de toda santidade"; ao Espírito nós chamamos de Santo.<br></span><span style="color: inherit;">    É assim que todo cristão é um santificado, um separado para Deus. Mas, esta santidade que já possuímos deve, contudo, aparecer no nosso modo de viver, nas nossas ações e atitudes. E o modelo de toda santidade é Jesus, o Bem-aventurado. Ele, o Filho, foi totalmente aberto para o Pai no Espírito Santo e, por isso, foi totalmente pobre, totalmente manso, totalmente puro e abandonado a Deus no pranto, na fome de justiça e na misericórdia. Então, ser santo, é ser como Jesus, deixando-se guiar e transformar pelo seu Espírito em direção ao Pai. Esta santidade é um processo que dura a vida toda e somente será pleno na glória. São João nos fala disso na segunda leitura de hoje: "Quando Cristo se manifestar, seremos semelhantes a ele, porque o veremos tal como ele é"(cf.1Jo 3,2b).<br></span><span style="color: inherit;">    O Evangelho deste domingo (Mt 5,1-12a) nos apresenta as Bem-aventuranças. Elas são proclamações de salvação para aqueles que aderem à comunidade de fé. Todos os santos sempre foram e são contemporaneamente, embora em medida diversa, pobres de espírito, mansos, aflitos, famintos e sequiosos de justiça, misericordiosos, puros de coração, artífices de paz e perseguidos pela causa do Evangelho. E assim devemos ser também nós. Além disso, na base desta página evangélica é evidente que a bem-aventurança cristã, como sinônimo de santidade, não está separada de um eventual sofrimento ou pelo menos de dificuldade.<br></span><span style="color: inherit;">    A expressão “pobres em espírito” nada tem a ver com a carência intelectual, mas a atitude daqueles que não contam com a riqueza e o poder e, além de se contentar com uma vida simples e confiante em Deus, preferem viver pobres do que participar da exploração. Nesse sentido, eles são muito semelhantes aos entristecidos, aos mansos (o povo simples, em oposição aos truculentos; o Salmo 37, 11 lhes promete a posse da terra!). Quanto aos que têm fome “de justiça”, esta justiça não é apenas a justiça social (essa também!), mas a busca da vontade de Deus em tudo.<br></span><span style="color: inherit;">    Procuremos vier neste mundo a santidade de vida e de estado. Ser santo é possível nesta sociedade confusa em que vivemos e esta deve ser a meta e a vocação de todos os batizados. A santidade ensina o Papa Francisco, “é a face mais bela da Igreja, a face mais bela: é redescobrir-se em comunhão com Deus, na plenitude da sua vida e do seu amor. Entende-se, então, que a santidade não é uma prerrogativa somente de alguns: a santidade é um dom que é oferecido a todos, ninguém excluído, pelo qual constitui o caráter distintivo de cada cristão”. Segundo o Papa, “para ser santos, não é preciso necessariamente ser bispo, padre ou religioso: não, todos somos chamados a nos tornarmos santos! Tantas vezes, depois, somos tentados a pensar que a santidade seja reservada somente àqueles que têm a possibilidade de destacar-se dos assuntos ordinários, por dedicar-se exclusivamente à oração. Mas não é assim!”. “Mas, o que é a santidade? Não é “fechar os olhos e fazer cara de imagem”, mas viver “com amor” e oferecer “o próprio testemunho cristão nas ocupações de cada dia que somos chamados a  tornar-nos santos. E cada um nas condições e no estado de vida em que se encontra”. (Cf. audiência geral de 19 de novembro de 2014).<br></span><span style="color: inherit;">    Contudo, olhemos para o céu: lá estão Pedro e Paulo, lá estão os Apóstolos, lá estão os mártires de Cristo, os santos pastores e doutores, lá estão as santas virgens e os santos homens, lá estão tantos e tantos – uns, conhecidos e reconhecidos pela Igreja publicamente, outros, cujo nome somente Deus conhece; lá está a Santíssima e Bem-aventurada sempre Virgem Maria, Mãe e discípula perfeita do Cristo, toda plena do Espírito, toda obediente ao Pai. Eles chegaram lá, eles intercedem por nós, eles são nossos modelos, eles nos esperam.</span></p>Sat, 04 Nov 2017 17:00:25 -0200Rosário das Mil Ave-Mariashttps://cristoredentoroficial.com.br/eventos/rosario-dasmil-ave-mariashttps://cristoredentoroficial.com.br/eventos/rosario-dasmil-ave-mariasTodo primeiro sábado de cada mês, a Comunidade Nossa Senhora do Silêncio reza as mil Ave-Marias, das 7h às 12h, no Santuário Cristo Redentor. <br><br> <p><br></p>Sat, 04 Nov 2017 00:00:00 -0200O Papa e os jovenshttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/o-papa-e-os-jovenshttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/o-papa-e-os-jovens<p>    Na esteira da preparação para o Sínodo dos Bispos sobre os jovens em Outubro próximo em Roma, creio que podemos refletir os anseios do Santo Padre, o Papa Francisco, ao responder alguns questionamentos dos jovens da Comunidade Católica Shalom em visita comemorativa a Roma.<br><span style="color: inherit;">    No dia 4 de setembro, o Papa Francisco recebeu, na Sala Paulo VI, membros da Comunidade Shalom – com grande presença em muitas Dioceses do Brasil – e, proferiu, então, uma verdadeira catequese para a juventude em sua vida diária e no relacionamento com os mais velhos. Vale a pena percorrer e transcrever alguns trechos da fala de Francisco que tocam a cada um de nós em nosso dia a dia, especialmente no trabalho com as jovens gerações.<br></span><span style="color: inherit;">    O primeiro a falar e a ter, por conseguinte, a resposta do Santo Padre foi João, um jovem missionário da comunidade que gasta a sua vida anunciando com a vida e a palavra o Evangelho da misericórdia. A ele o Papa diz: “Saíste de ti mesmo na oração para te encontrares com Deus, saíste de ti mesmo ao compartilhar a fraternidade para te encontrares com os irmãos, e saíste de ti mesmo para ir evangelizar, para dar uma boa notícia. E a boa notícia – usaste a palavra – é a misericórdia num mundo marcado pelo desespero e pela indiferença. É curioso, a misericórdia é algo absoluto. Não podes falar apenas da misericórdia, tens que a testemunhar, que a compartilhar, que ensinar saindo de ti mesmo”.<br></span><span style="color: inherit;">    Em outras palavras: não se fala de misericórdia, se vive a misericórdia ao encontro do próximo mais necessitado, espiritual e materialmente. Somos como que veículos ou meios do anúncio do amor de Deus para com a humanidade sofredora, cada um de nós é (ou deveria ser) imitador do Pai do Filho pródigo que espera a volta do que está perdido, não para censurar, mas, ao contrário, para acolher e perdoar. E aqui, o Papa entra na referida passagem bíblica com belíssimo comentário: “Recorda-te do trecho do filho que volta para a casa. Em Lucas, no capítulo 15, há uma frase que diz que o pai o viu ao longe. Tinha-se afastado de casa alguns anos antes, houve quem o levou a gastar tudo o que possuía. Viu-o ao longe. Isto me faz pensar que esse pai, todos os dias e talvez a toda a hora, subia ao terraço para ver se o filho voltava. Deus é assim conosco, até nos piores momentos de pecado, e também nos momentos difíceis. E o Evangelho prossegue: ‘E o Pai quando o viu ao longe ficou comovido – com esse verbo que em hebraico significa ‘as suas entranhas mexeram-se’, essas entranhas paternas e maternas de Deus – e saiu a correr para abraçá-lo’. Esse filho cometeu um dos pecados mais graves, estava na pior situação, e quando disse ‘vou à casa do meu pai’, o pai já estava à espera dele. Isto é misericórdia, nunca desesperar. Além disso, parece que o nosso Deus tem uma predileção especial pelos pecadores, inclusive os de ‘puro-sangue’: espera por eles. Portanto eu sugiro-te isto: continua a sair de ti mesmo e dá a entender a todos que há sempre um pai que espera por nós com carinho e com ternura, ao primeiro passo que quisermos dar”.<br></span><span style="color: inherit;">    A segunda a falar e receber a resposta de Francisco foi Justine, uma jovem recém-batizada, por decidir-se, já depois de adulta, a entregar-se a Deus, que é o Tudo da nossa existência, pela graça do Batismo. Por ele nos tornamos filhos no Filho (cf. Gl 4,5-7). Não há graça maior nesta vida que a de ser filho(a) de Deus. O Batismo nos regenera, fazendo-nos sair da morte do pecado para viver na graça: quem se entrega ao próximo e se esquece de si, vive muito mais feliz, porque está imerso no Senhor da vida e não no apego ao que não pode trazer a real felicidade que todos almejamos.<br></span><span style="color: inherit;">    Daí falar o Papa à jovem: “Saíste de algo que causa tristeza, que é estar concentrado em si mesmo, a autorreferencialidade. Um jovem que se fecha em si mesmo, que vive unicamente para si próprio, acaba – e espero que compreendam o verbo, porque é um verbo argentino – acaba por ficar empachado de autorreferencialidade, ou seja, cheio de autorreferencialidade”. É um egoísmo narcisista de olhar apenas para si ou, em outras palavras, se auto olhar. É o que constata o Papa: “O narcisismo causa-te tristeza porque vives preocupado em maquiar a tua alma todos os dias, em aparecer melhor do que és, em contemplar se és mais bonito do que os demais, é a doença do espelho. Jovens, quebrai esse espelho! Não vos contempleis ao espelho, porque o espelho engana, olhai para fora, olhai para os demais, fugi deste mundo, desta cultura que estamos a viver – à qual fizeste referência – que é consumista e narcisista. E se algum dia quiserdes admirar-vos ao espelho, dou-vos um conselho: contemplai-vos ao espelho para vos rirdes de vós mesmos. Um dia fazei a prova: olhai e começai-vos a rir do que virdes nele, a vossa alma será refrescada. Saber rir-se de si próprio, isso dá alegria e salva-nos da tentação do narcisismo”.<br></span><span style="color: inherit;">    Por terceiro, falou Mateus, um jovem recém-recuperado do vício das drogas, uma das grandes doenças – a drogadição é doença a ser tratada como problema de saúde pública – de nosso tempo a prejudicar a totalidade da pessoa humana: o físico e o espiritual de cada um(a) que envereda por esse descaminho sinuoso a parecer levar quem usa a droga a fugir de algo ou de si mesmo. Fuga que, evidentemente, não é o caminho. Para cada problema que temos, requer-se enfrentamento e solução, jamais a fuga. Daí, a resposta do Papa ao jovem: “A droga leva-nos a negar tudo o que temos arreigado, arreigamento carnal, arreigamento histórico, arreigamento problemático, tudo o que estiver arreigado. Corta a tua raiz e faz-te viver num mundo sem raízes, desenraizado de tudo. Desarreigado de projetos, desarreigado do presente, desarreigado do teu passado, da tua história, desarreigado da tua pátria, da tua família, do teu amor, de tudo. Acabas por viver num mundo sem qualquer arreigamento e é esse o drama da droga. Jovens totalmente desarreigados, sem compromissos concretos, isto é, sem verdadeiros compromissos de carne, porque na droga nem sequer sentes o teu próprio corpo. E depois de teres passado por essa experiência de invisibilidade, e quando te tomas consciência, apercebeste-te de todos os arreigamentos que existem no coração. Eu pergunto a cada um de vós: estais conscientes dos verdadeiros arreigamentos que tendes no coração, estais conscientes das vossas raízes, estais conscientes dos vossos amores, estais conscientes dos vossos projetos, estais conscientes da vossa capacidade criativa, estais conscientes de que sois poetas neste universo para criar coisas novas e bonitas? Libertar-se da droga significa tomar consciência disto, é o testemunho de alguém que saiu dela, por isso coloca-nos perguntas que eu acabei de fazer”.<br></span><span style="color: inherit;">    Por fim, Francisco convida a uma reflexão sobre a verdadeira gratuidade da oferta de nossas vidas e do intercâmbio – como troca de experiências – entre os mais jovens e os idosos (os verdadeiramente idosos em tempo de vida). Fala, então, o Papa: “Se tu estás aqui, se nós estamos aqui, é porque gratuitamente nos trouxeram aqui. Por favor, demos de graça o que recebemos. Dar gratuitamente o que recebemos. E dar de graça enche-te a alma, descomercializa-te, torna-te magnânimo, ensina-te a abraçar e a beijar, faz-te sorrir, liberta-te de qualquer interesse egoísta. Dá de graça o que recebeste gratuitamente, eis o ensinamento que Ele nos está convidando a fazer”.</span></p><p><br></p><p>E mais: “Os jovens precisam de ouvir os idosos e os idosos precisam de ouvir os jovens [...] os idosos têm sabedoria, uma sabedoria que lhes chega ao coração e os estimula a ir em frente. Os idosos – para vós jovens – não devem ser guardados num roupeiro, não devem ser escondidos, os idosos esperam que um jovem vá e os ouça, os faça sonhar. E vós, jovens, precisais de receber destes homens e destas mulheres esses sonhos, essas ilusões que os façam reviver. [...] Fala com o teu avô e com a tua avó, isto é, uma geração mais velha, eles possuem a sabedoria, e eles muito mais, precisam que batas ao seu coração para te darem a sabedoria. E seria esta a recomendação que vos faço: animai-vos, animai-vos nesse diálogo, esse diálogo é promessa para o futuro, esse diálogo ajudar-vos-á a ir em frente”.</p><p><br></p><p>Nestes tempos de preparação para o Sínodo sobre a juventude, aprofundemos e aprendamos, pois, com essa importante Alocução do Santo Padre!</p>Fri, 03 Nov 2017 17:01:11 -0200Dia de finadoshttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/dia-de-finadoshttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/dia-de-finados<p>    No mês de novembro, a Igreja nos convida com maior insistência a rezar e a oferecer sufrágios pelos fiéis defuntos do Purgatório. Com esses irmãos nossos, que “também participaram da fragilidade própria de todo o ser humano, sentimos o dever – que é ao mesmo tempo uma necessidade do coração – de oferecer-lhes a ajuda afetuosa da nossa oração, a fim de que qualquer eventual resíduo de debilidade humana, que ainda possa adiar o seu encontro feliz com Deus, seja definitivamente apagado”.<br><span style="color: inherit;">    O dia de finados deve ser um dia de oração, de homenagem cristã aos nossos entes queridos falecidos, e, também, um dia de reflexão sobre o mistério da morte e da ressurreição que marcam nossas vidas.<br></span><span style="color: inherit;">    Assim falou Jesus: “Eu sou a ressurreição e a vida, quem crê em mim ainda que esteja morto viverá” (Jo 11, 24). Em outra passagem ele disse: “Todo aquele que crê em mim não morrerá para sempre” (Jo 11, 26). Na verdade Jesus está dizendo que não nascemos para morrer. Mas, morremos para viver. Portanto, a morte, para os que têm fé, não interrompe a vida. Não é passageira ilusão. Não é a destruição da vida. Mas, é o encontro com a plenitude da vida que está em Deus. Deus nos criou para a vida plena e não para a morte. As pessoas que morrem no Senhor descansam para sempre na paz, na alegria, no convívio dos anjos, dos santos, na plena e eterna felicidade que só encontramos na comunhão com Deus.<br></span><span style="color: inherit;">    Para o cristão a morte é o começo de uma nova vida, realizando sempre o que de bom ele esperou neste mundo. É o coroamento da vida. É a perfeita e plena realização humana e cristã. Na perspectiva cristã, a morte se torna bendita porque é nossa libertação. Assim reza a oração do prefacio dos mortos: Ó Pai, para os que creem em vós a vida não é tirada, mas transformada e desfeito o nosso corpo mortal, nos é dado, nos céus, um corpo imperecível e aos que a certeza da morte entristece, a promessa da imortalidade consola.<br>    J</span><span style="color: inherit;">esus afirmou: Eu sou a Vida, Eu sou o Pão da vida, Eu sou a luz do mundo. Jesus veio ao mundo para despertar a criatura humana do sono. E esta vida nova só será possível àqueles que viverem, com dignidade, a grandeza do seu Batismo. Aderindo a Cristo o batizado deve viver uma vida realmente nova, animada pelo espírito de Cristo. Mas sem a fé, traduzida em obras, o batismo ficará morto. A vida da fé batismal se verifica, se atualiza, por exemplo, quando ela transforma a sociedade de morte numa comunidade viva de vida, de fraternidade e de comunhão.<br></span><span style="color: inherit;">    A vida eterna começa á aqui com uma nova vida. Como Lázaro, acolhamos a ordem de Jesus: “Sai para fora”. Peçamos ao Senhor que nos desperte e ressuscite do sono da morte e nos revista da Sua imortalidade. A fé, entretanto, sempre nos levou a crer que muitas pessoas, apesar de imperfeitas e manchadas, não se distanciaram de Deus por uma absoluta prevaricação. Estas pessoas, após a morte, devem ser purificadas. Então, haverá pecados que possam ser perdoados, ou de que possamos nos purificar no outro mundo? Foi o que ensinou Jesus: “Se alguém disser blasfêmia contra o Espírito Santo, nem neste mundo, nem no outro isto lhe será perdoado” (Mt 12, 32). Do que inferiu o 1º Concílio de Lião: “disto se dá a entender que certas culpas são perdoadas na presente vida, e outras o são na vida futura, e o Apóstolo disse que a obra de cada um, qual seja, o fogo a provará e aquele cuja obra arder ao fogo, sofrerá; mas ele será salvo, porém, como quem o é através do fogo (I Cor 3, 13 e 15).<br></span><span style="color: inherit;">    Contudo, o Catecismo da Igreja Católica, ao expor esta matéria: “Os que morrem na graça e na amizade de Deus, mas não estão completamente purificados, embora tenham garantida a sua salvação eterna, passam, após sua morte, por uma purificação, a fim de obterem a santidade necessária para entrarem na alegria do Céu.” (nº 1030).<br></span><span style="color: inherit;">    Rezemos neste mês de novembro pelos falecidos. Procure visitar os cemitérios, refletir sobre a brevidade da vida neste mundo e das implicações do seu relacionamento pessoal para com Deus, antevendo já aquele dia inevitável do juízo final. Rezemos pelas almas dos sacerdotes e bispos que passaram pela nossa vida aspergindo o bem e anunciando a Vida Plena. Rezemos pelos nossos parentes falecidos e por eles façamos a memória da gratidão no Ressuscitado! Dai-lhes a Senhor o descanso eterno, e a luz perpetua os ilumine. Descanse em paz. Amém.</span></p>Thu, 02 Nov 2017 16:55:56 -0200A missão do Bispohttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/a-missao-dobispohttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/a-missao-dobispo<p>    Hoje, dia 27 de outubro de 2017, o Papa Francisco nomeou um novo Bispo Auxiliar para a Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro: Mons. Paulo Celso Dias do Nascimento! Ele nasceu em 14 de abril de 1963, na cidade de Lagarto, no Estado do Sergipe. De família católica, foi coroinha e fez parte da Cruzada Eucarística. Inicialmente queria ser piloto de avião, mas o exemplo de seu pároco, o italiano Mario Rino Sivieri, hoje Bispo Emérito da Diocese de Própria (SE), fez aflorar sua vocação. Por não ter seminário em sua diocese, seus estudos acadêmicos foram realizados em vários lugares. Nos primeiros três anos, fez o seminário menor na capital Aracajú. Em 1983, veio para o Rio de Janeiro para cursar filosofia e teologia no Seminário Arquidiocesano de São José, e posteriormente seus estudos foram concluídos nos seminários arquidiocesanos de Maceió (AL) e Salvador (BA).<br><span style="color: inherit;">    No dia 13 de maio de 1989 - memória de Nossa Senhora de Fátima -, já com 26 anos, foi ordenado sacerdote na sua paróquia de origem, o Santuário Nossa Senhora da Piedade, de Lagarto, pelo então Bispo Diocesano de Estância (SE), Dom Hildebrando Mendes Costa. Depois de um estágio com seu antigo pároco, dirigiu por quatro anos a Paróquia São Francisco de Assis, na cidade vizinha de Cristinápolis. Enviado pelo seu bispo para estudar Direito Canônico, chegou novamente ao Rio de Janeiro a 15 de janeiro de 1997. Enquanto auxiliava na Paróquia Nossa Senhora de Copacabana, em Copacabana, cursou psicologia na Pontifícia Universidade Católica (PUC-Rio).<br>    D</span><span style="color: inherit;">epois de fazer um estágio por dois anos na Beneficência Portuguesa, na Glória, assumiu em 4 de agosto de 2003 (Dia do Padre) a capelania do Hospital Quinta D’Or, em São Cristóvão, oficio que ocupa até a presente data. Desde 2016, é o coordenador Arquidiocesano da Pastoral da Saúde.<br></span><span style="color: inherit;">    Seu entusiasmo por essa pastoral tem ajudado a uma presença maior da Igreja junto aos enfermos. A sua nomeação demonstra também o carinho do Santo Padre para com os trabalhos pastorais das várias pastorais e capelanias. Agora como Bispo Auxiliar, além dos demais trabalhos que exercerá, sem dúvida, deverá incrementar ainda mais essa pastoral que está em seu coração.<br></span><span style="color: inherit;">    Ao acolher com o coração agradecido em nome de nossa arquidiocese, a nomeação feita pelo Papa Francisco, vamos percorrer um pouco as reflexões que o Santo Padre tem feito sobre a missão do epíscopo na Igreja de hoje.<br></span><span style="color: inherit;">    A Igreja tem a missão de anunciar e propagar o Reino de Deus até os extremos confins da terra, a fim de que todos os homens creiam em Cristo e assim consignam a vida eterna. A Igreja é, portanto, também misericórdia. A missão que Cristo confiou à sua Igreja é de ordem à salvação, ou seja,  religiosa com todas as consequências existenciais e sociais. É dessa missão que brotam as tarefas, a luz e as forças que podem contribuir para construir e consolidar a comunidade dos homens segundo a Lei divina.<br></span><span style="color: inherit;">    A Igreja é sacramento de salvação e, por meio da sua visibilidade, Cristo está presente, entre os homens que continua a sua missão, dando aos fiéis o seu Espírito Santo. O corpo da Igreja se distingue de todas as sociedades humanas; ela se rege não pelas capacidades pessoais de seus membros, mas pela íntima união com Cristo, da qual recebe e comunica aos homens a vida e energia. </span></p><div><br></div>Fri, 27 Oct 2017 17:07:59 -0200