Santuário Cristo RedentorUm dos maiores ícones mundiais, agora mais perto de você.https://cristoredentoroficial.com.br/Pontal mostra que o Cristo Redentor é mesmo para todoshttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/pontal-mostra-que-o-cristo-redentor-e-mesmo-para-todoshttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/pontal-mostra-que-o-cristo-redentor-e-mesmo-para-todos<p><span style="font-style: italic;">*Por Nice Affonso<br> </span><br>   Nem mesmo a frente fria que chegou à Cidade Maravilhosa — deixando a temperatura por volta dos 15ºC, na orla do Recreio dos Bandeirantes, no meio da tarde da última quarta-feira, 19 de julho — impediu que moradores da região fossem até à Praça do Pontal, também conhecida como Tim Maia, no Posto 12, para recepcionar a réplica do Cristo Redentor. Apesar do frio e da chuva, a alegria pelo encontro com a imagem aqueceu os corações de quem passava pela orla.<br><span style="color: inherit;">    Moradores de rua foram os primeiros a se aproximar da réplica. Emocionados, alguns se ajoelharam diante dela para as suas orações. Logo em seguida, outras pessoas que caminhavam pela orla também se encantaram com a agradável surpresa, que fizeram questão de registrar em selfies. Algumas famílias presentes, que não haviam tido ainda a oportunidade de levar as crianças ao Corcovado, puderam apresentar a réplica do Monumento aos seus filhos. A Associação dos Moradores também esteve presente para apresentar ao Redentor as necessidades do bairro.<br></span><span style="color: inherit;">    O Vigário Episcopal para Comunicação Social e Cultura da Arquidiocese do Rio de Janeiro, Cônego Marcos William Bernardo, demonstrou sua alegria por poder democratizar o acesso ao Cristo Redentor:<br></span><span style="color: inherit;">    — O Cristo Redentor vem para que as pessoas se sintam mais próximas dele, abraçadas por ele. Porque nós sabemos a situação pela qual passamos, de dificuldades, de violência, de insegurança, de instabilidade... Nós precisamos de esperança! O que ele pode fazer? Ele desce (do alto do Corcovado) para mostrar que a gente tem que continuar! O barco está furado, mas nós vamos continuar! Nós não estamos derrotados! Nós podemos contar com ele! Não é apenas um monumento, não é apenas uma réplica. Aqui há um gesto, que tem a sua origem em 1923 e foi concretizado em 1931, quando o Cristo Redentor foi inaugurado, para que todo o Brasil fosse protegido por Ele, lembrou se referindo à linda oração feita por Dom Sebastião Leme, na inauguração do Cristo Redentor no alto do Corcovado, em 12 de outubro de 1931, quando abençoou o Monumento com as palavras “Cristo vence! Cristo reina! Cristo impera! Cristo proteja de todo o mal o seu Brasil!”<br></span><span style="color: inherit;">    Para os moradores do Recreio, a visita do Redentor renova as esperanças:<br></span><span style="color: inherit;">    — Toda a comunidade recebe, de braços abertos, o Cristo e, neste local, onde temos o fluxo de tantas pessoas, que passam durante o dia e de noite, essa presença da imagem do Cristo evoca a paz, que é tão necessária a toda a nossa Cidade. E nós temos essa esperança, de que a passagem do Cristo junto a nós, pronto para dar esse abraço de fraternidade, de amizade, possa suscitar no coração de todas as pessoas que vão passar aqui, pela pedra do Pontal, esse desejo de contribuirmos com a paz onde nós estamos, partilhou Padre André Vilar, pároco da Igreja Imaculada Conceição.<br></span><span style="color: inherit;">    — Nós estamos realmente precisando dessas mensagens, dessas presenças, porque a Cidade está muito violenta, e, quem sabe, a partir de agora, as coisas melhorem realmente, espera Olinda Junqueira de Sousa.<br></span><span style="color: inherit;">    — Por si só o Cristo Redentor tem uma importância ímpar! Ele está vindo do Leme ao Pontal no momento em que a autoestima do carioca e do brasileiro está tão baixa... Isso, então, é uma chama que se acende, no coração do Recreio, e esperamos que traga uma boa energia e bons fluidos para todos nós, deseja Milton Raeli.<br></span><span style="color: inherit;">    Diante do Cristo Redentor, de mãos dadas, formando essa corrente do bem — que, pela passagem da réplica, vai sendo criada por todo o Rio de Janeiro —, todos rezaram o Pai-Nosso finalizando o momento de recepção da imagem.<br></span><span style="color: inherit;">    A réplica permanece na Praça do Pontal até sexta-feira, dia 21, quando segue em direção ao próximo bairro: Campo Grande. Lá ela permanecerá até o dia 28 de julho, na Praça Dom Esberard, em frente à Paróquia Nossa Senhora do Desterro.</span></p><p><span style="font-weight: bold; color: inherit;">Sobre a réplica<br></span><span style="color: inherit;">    Confeccionada pelo artista Odilon Lima, levou cerca de um mês e meio para ficar pronta. Tem 3,8 metros de altura (dez vezes menor que o Monumento), e respeita todos os detalhes da imagem do alto do Corcovado. Foi esculpida em isopor, empastelado e produzido por uma fibra especial e por estrutura de aço, para resistir às intempéries climáticas.</span></p><p><span style="color: inherit;"><br></span></p><p></p><p>*Fotos: Nice Affonso e Silvia Gonzaga</p>Thu, 20 Jul 2017 17:46:42 -0300Cristo Itinerante faz sua primeira parada na Lagoa Rodrigo de Freitashttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/cristo-itinerante-faz-sua-primeira-parada-na-lagoa-rodrigo-de-freitashttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/cristo-itinerante-faz-sua-primeira-parada-na-lagoa-rodrigo-de-freitas<p></p><div style="text-align: justify;"><span style="color: inherit;"><span style="font-style: italic;">*Por Aline Soares</span><br><br>    No sábado, 15 de julho, a réplica do Monumento ao Cristo Redentor fez sua primeira parada: a praça ao lado da Paróquia São José da Lagoa. A chegada do Cristo Itinerante à Lagoa Rodrigo de Freitas levou consigo uma Ação de Amor à arte e ao meio ambiente. O evento contou com a presença do Vigário Episcopal para Comunicação Social e Cultura, Cônego Marcos William Bernardo, do reitor do Santuário Cristo Redentor e pároco da Igreja São José, padre Omar Raposo, de integrantes do Movimento Guanabara Viva e da Associação Região de Oficina Nacional de Grafite Organizado do Rio de Janeiro (RONGO-RJ).</span></div><span style="color: inherit;"><div style="text-align: justify;"><span style="color: inherit;">    Para o reitor do Santuário Cristo Redentor, Padre Omar, a itinerância do Cristo Redentor visa à expansão do amor maior que o Cristo tem pela cidade.</span></div></span><span style="color: inherit;"><div style="text-align: justify;"><span style="color: inherit;">    – O amor de Deus se transforma em solidariedade através dos nossos braços, hoje. Esta Ação de Amor é uma extensão dos braços, do olhar e dos passos de Cristo. Por isso, mais do que nunca, a nossa percepção é de que o Redentor, com sua ação social, tem um alcance de cidadania e gera uma positiva sensibilização da sociedade, em vista do bem comum.</span></div></span><span style="color: inherit;"><div style="text-align: justify;"><span style="color: inherit;">    A coordenadora de projetos sociais do Santuário Cristo Redentor, Silvia Gonzaga, ressaltou a importância do Cristo que “desce” do alto do Corcovado para levar esperança e amor a todos os bairros do Rio de Janeiro.</span></div></span><span style="color: inherit;"><div style="text-align: justify;"><span style="color: inherit;">    – A pegada, aqui da Lagoa, é falar de sustentabilidade, do cuidado com o meio ambiente. Nós precisamos cuidar da natureza, da qualidade do ar, das nossas águas. Cristo está aqui para sensibilizar a todos. É nossa missão fazer da nossa casa comum um mundo melhor e mais sustentável, disse.</span></div></span><span style="color: inherit;"><div style="text-align: justify;"><span style="color: inherit;">    O Cônego Marcos William chamou a atenção para a necessidade de uma reeducação ambiental, uma transformação da mentalidade sobre o meio ambiente.</span></div></span><span style="color: inherit;"><div style="text-align: justify;"><span style="color: inherit;">    – Nós encontramos, nesta Ação de Amor, pessoas engajadas nesta reeducação diante daquilo que muitas vezes é descartado, desperdiçado da sociedade. Temos, aqui, pessoas que conseguiram ver que seria possível fazer um reaproveitamento de tudo isso e transformar em uma coisa maravilhosa. Seria inadmissível pensar que de tampinhas que foram jogadas fora alguém seria capaz de fazer um belo quadro. O Cristo Itinerante quer ser esse movimento da paz. Por tudo o que o Cristo representa, Ele vai nos mostrar o que todos nós podemos fazer para levar à sociedade uma realidade muito melhor.</span></div></span><span style="color: inherit;"><div style="text-align: justify;"><span style="color: inherit;">    O Movimento Guanabara Viva mostrou como é possível transformar aquilo que, normalmente, é jogado fora em verdadeiras obras de arte. O projeto é uma iniciativa apartidária do Instituto Eventos Ambientais (IEVA), com ampla ação voltada para a despoluição da Baia de Guanabara, em especial pela coleta dos resíduos sólidos suspensos nos rios que por ali desaguam. Entre as artes expostas, o mosaico com a imagem do Redentor, feito de tampinhas de garrafa, chama a atenção. O quadro produzido por Alfredo Borret, formado em marketing, ganhou prêmios e participou de exposições no exterior. O presidente do IEVA, Alexandre Gontijo, ressaltou a importância do projeto para a transformação não só do meio ambiente como da vida das pessoas.</span></div></span><span style="color: inherit;"><div style="text-align: justify;"><span style="color: inherit;">    – As meninas aqui, a Elzenir e a Lucilene, são agentes ambientais. Hoje elas são educadoras ambientais formadas com diploma do INEA e do IEVA, a partir de uma transformação que elas produziram dentro delas. Nós damos todo um empoderamento às mulheres, para que elas possam gerar trabalho e renda para elas mesmas. A família se sente mais unida, porque elas se tornam integrantes de colocar dinheiro dentro de casa, e esse é o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável número cinco: a igualdade de gêneros.</span></div></span><span style="color: inherit;"><div style="text-align: justify;"><span style="color: inherit;">    A importância da valorização da arte urbana ficou por conta de Carlos André do Nascimento, conhecido como André Rongo. André é ex-pichador, hoje grafiteiro e Conselheiro Municipal de Cultura do Rio de Janeiro, diretor e fundador da Associação Região de Oficina Nacional de Grafite Organizado do Rio de Janeiro (RONGO-RJ). Além de Rongo, mais quatro integrantes da associação (Rafael Araújo, Marcelo Ferreira, Alessandro Alê e Wagner Trancoso) se uniram e fizeram cada um uma arte com o tema “Cristo Redentor e Meio Ambiente”.</span></div></span><span style="color: inherit;"><div style="text-align: justify;"><span style="color: inherit;">    – Juntar o grafite, o meio ambiente e o Cristo é uma coisa que vem do Gênesis. Deus criou o mundo para que a gente cuidasse dele. Estamos aqui para valorizar e cuidar do meio ambiente reutilizando o lixo, como nós fazemos, para realizar nosso trabalho. Tudo o que queremos é fazer o bem e ajudar alguém, contou André.</span></div></span><span style="color: inherit;"><div style="text-align: justify;"><span style="color: inherit;">    A carioca Jorgina, moradora do bairro de Jacarepaguá, zona oeste do Rio de Janeiro, ao ver o Cristo Itinerante na Lagoa, parou para admirar e tirar uma foto do Redentor. Na ocasião, Jorgina comentou sobre o momento difícil pelo qual o país está passando e fez uma declaração especial:</span></div></span><span style="color: inherit;"><div style="text-align: justify;"><span style="color: inherit;">    – Como a gente está precisando do amor de Cristo! Sem Ele nós não somos nada!</span></div></span><span style="color: inherit;"><div style="text-align: justify;"><span style="color: inherit;">    </span><span style="color: inherit;">Por onde quer que o Cristo Itinerante vá, ele irá levar um único objetivo: aproximar-se das pessoas, para inspirá-las a entrarem numa verdadeira corrente do bem, conforme os valores do Evangelho. A iniciativa também impulsiona a campanha “Amigos do Cristo” — lançada pela Arquidiocese do Rio de Janeiro, no ano passado, visando a manutenção do Monumento e do trabalho sociocultural desenvolvido pelo Santuário Cristo Redentor.</span></div><div style="text-align: justify;"><br></div></span><p></p><p>*Fotos: Aline Soares</p>Mon, 17 Jul 2017 19:25:03 -0300Lançai a sementehttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/lancai-a-sementehttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/lancai-a-semente<p>    Queridos irmãos e irmãs, temos a graça de celebrar o XV Domingo do Tempo Comum. Nele, o Senhor nos apresenta a parábola do semeador, que centraliza nossa reflexão dominical.<br><span style="color: inherit;">    A Primeira Leitura (<span style="font-weight: bold;">Is 55,10-11</span>) – a palavra que sai da boca, ou seja, a Palavra de Deus é comparada à chuva e à neve que descem do céu. Assim como esta chuva faz germinar a semente e dar frutos, assim também é a Palavra de Deus.<br></span><span style="color: inherit;">    A Segunda Leitura (<span style="font-weight: bold;">Rm 8,18-23</span>): “Eu entendo que os sofrimentos do tempo presente nem merecem ser comparados com a glória que deve ser revelada em nós”. Aqui pensamos nas dificuldades que passamos em nossa vida. Estas dificuldades se tornam pequenas diante da tamanha graça que o Senhor nos propiciou, que é a Salvação. A criação geme em dores de parto. Aqui podemos caracterizar todos os problemas que a humanidade enfrenta e, parafraseando São Francisco de Assis, o que a mãe terra sofre. Vemos este sofrimento em vários âmbitos: violência, degradação do meio ambiente e a ganância do ser humano.<br></span><span style="color: inherit;">    O centro do Evangelho de <span style="font-weight: bold;">Mt 13, 1-23 </span>nos recorda que o Reino dos Céus é o núcleo, o tema, o objetivo da pregação de Jesus: Ele veio para instaurar o Reino entre nós e nos fazer participar dele em plenitude após nosso caminho neste mundo. Quando Mateus diz “Reino dos Céus” é o mesmo que dizer “Reino de Deus”, pois o céu é Deus e fora de Deus não pode haver céu! O anúncio do Reino dos Céus é, portanto, o anúncio do reinado do Deus de Jesus, aquele mesmo Deus a quem Ele chamava de Pai, Pai que é todo amor, todo ternura, todo compaixão e misericórdia! Por isso, o reinado de Deus é nossa vida e nossa felicidade.<br></span><span style="color: inherit;">    Na Parábola do Semeador, a semente é a Palavra de Deus, que é sempre fecunda “como a chuva e a neve que descem do céu e para lá não voltam, mas vêm irrigar e fecundar a terra”. A Palavra que Jesus, o Semeador, joga no terreno do nosso coração, nunca ficará sem efeito; é uma Palavra eficaz! O Padre Antônio Vieira, comentando esse Evangelho, afirmava que a Palavra pode não dar fruto, mas dará sempre efeito: efeito de salvação ou efeito de condenação! É verdade: ninguém ficará neutro diante da Palavra do Senhor que escutou: ou a acolhe, dá fruto nela e acolhe a salvação, ou a rejeita, para ela se fecha e por causa dela se perde.<br></span><span style="color: inherit;">    Jesus semeia por todas as partes, em todos os campos, porque a salvação é para todos. Todos devem ter acesso à felicidade eterna. No entanto, os terrenos são diversos. Alguns estão muito expostos, estão à beira do caminho; outros não têm profundidade. Trata-se duma terra pedregosa na qual as raízes não podem estender-se; outros ainda como se fossem no meio dos espinhos. Mas nem tudo está perdido, também há terra boa. Isso não significa que as sementes que caíram à beira do caminho, nos espinhos ou em solo pedregoso não possam produzir frutos. O terreno seria relativamente indiferente quando preparado para a plantação. O importante é trabalhar bem o terreno, mais ainda quando hoje em dia há técnicas agrônomas eficazmente comprovadas. Aí está a missão do cristão: preparar o terreno, ser terra boa e fazer de tudo para que os outros terrenos recebam a Palavra de Deus com generosidade.<br></span><span style="color: inherit;">    A comunidade evangelizadora mantém-se atenta aos frutos porque o Senhor a quer fecunda. Cuida do trigo e não perde a paz por causa do joio. O semeador, quando vê surgir o joio no meio do trigo, não tem reações lastimosas ou alarmistas. Encontra o modo para fazer com que a Palavra se encarne numa situação concreta e dê frutos de vida nova, apesar de serem aparentemente imperfeitos ou defeituosos. O discípulo sabe oferecer a vida inteira e jogá-la até ao martírio como testemunho de Jesus Cristo, mas o seu sonho não é estar cheio de inimigos, mas antes que a Palavra seja acolhida e manifeste a sua força libertadora e renovadora. Por fim, a comunidade evangelizadora jubilosa sabe sempre “festejar”: celebra e festeja cada pequena vitória, cada passo em frente na evangelização. No meio desta exigência diária de fazer avançar o bem, a evangelização jubilosa torna-se beleza na liturgia. A Igreja evangeliza e se evangeliza com a beleza da liturgia, que é também celebração da atividade evangelizadora e fonte dum renovado impulso para se dar.<br></span><span style="color: inherit;">    Queremos que a semente caia em nosso coração e ali, encontrando a boa terra, possa dar frutos. Somos sempre semeadores e missionários de Cristo e de sua Igreja. Constantemente sua Palavra tem que ser lançada. Lançada para assim germinar e dar frutos.</span></p><div><br></div>Sat, 15 Jul 2017 14:22:51 -0300Monumento ao Cristo Redentor recebe iluminação especial em atenção à vida https://cristoredentoroficial.com.br/noticias/monumento-ao-cristo-redentor-recebe-iluminacao-especial-em-atencao-a-vidahttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/monumento-ao-cristo-redentor-recebe-iluminacao-especial-em-atencao-a-vida<p style="text-align: center; "><span style="font-weight: bold;">"Defender a vida humana é um dever de amor que Deus confia a todos"</span></p><p style="text-align: center; "><span style="color: inherit;">Papa Francisco</span></p><p><span style="font-style: italic; font-weight: bold;">* Da Redação</span></p><p><span style="color: inherit;">        O Monumento ao Cristo Redentor recebe nesta quarta-feira, 12 de julho, das 18h às 20h, iluminação especial na cor azul em prol da vida do bebê Charlie Gard, cuja causa ganhou apelo mundial pelas redes sociais unindo todos aqueles que lutam a favor da vida em orações e mobilizações. Com a iniciativa, a Arquidiocese do Rio de Janeiro também se solidariza com tantas famílias que têm seus filhos vitimados por doenças e pela violência, que assola principalmente as grandes metrópoles brasileiras e as nações em guerra.</span></p><p><span style="color: inherit;">        — Precisamos defender a vida em todas as circunstâncias, simplesmente porque ela é dom de Deus, que é Aquele que tudo pode. Mesmo o que é impossível a nós, não é impossível para Ele. Intensifiquemos nossas orações, na noite de hoje, e peçamos também que não faltem coragem e esforços das diplomacias e mediações internacionais nesta causa, pela vida do Charlie, e que, aqui no Brasil, haja mais empenho dos governantes no que diz respeito à segurança pública, deseja o reitor do Santuário Cristo Redentor, Padre Omar Raposo.</span><br></p><p><span style="color: inherit; font-weight: bold;"><br></span></p><p><span style="color: inherit; font-weight: bold;">O caso Charlie</span><br></p><p><span style="color: inherit;">Charlie tem 10 meses e sofre de uma rara condição genética, chamada síndrome de depleção do DNA mitocondrial. O bebê está internado no hospital infantil britânico Great Ormond Street, onde aguarda o julgamento que irá decidir se os aparelhos que o mantém vivo permanecem ligados ou não. Após as intervenções do Papa Francisco e do presidente americano, Donald Trump, o Great Ormond Street foi obrigado a reavaliar a decisão de desligar os aparelhos.</span><br></p><p><span style="color: inherit;">Conhecida como síndrome de depleção do DNA mitocondrial, a condição genética de Charlie é muito rara e está relacionada ao esgotamento do DNA mitocondrial, capaz de provocar danos no cérebro e músculos. O indivíduo acometido pela doença não consegue encaminhar energia para os músculos, rins e cérebro, incapaz de movimentar os braços e as pernas, além de não conseguir comer e nem respirar sem ajuda de equipamentos médicos. A enfermidade geralmente aparece nos primeiros anos de vida da criança. Apenas 16 outros casos foram identificados com essa doença, que não tem cura, porém, possui alguns tratamentos que conseguiram provocar uma redução nos sintomas. </span><span style="color: inherit;">(Fonte: www.saude.ig.com.br)</span></p><p><span style="color: inherit; font-style: italic; font-weight: bold;">* Foto: J. Lucena</span></p>Wed, 12 Jul 2017 18:00:13 -0300Fotos de Dom Orani no Santuário Cristo Redentor compõem a mostra “Que todos sejam Um”https://cristoredentoroficial.com.br/noticias/fotos-de-dom-orani-no-santuario-cristo-redentor-compoem-a-mostra-que-todos-sejam-umhttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/fotos-de-dom-orani-no-santuario-cristo-redentor-compoem-a-mostra-que-todos-sejam-um<p><span style="font-style: italic; font-weight: bold;">   * Por Aline Soares</span></p><p>         20 anos de ordenação episcopal, oito anos à frente da Arquidiocese do Rio de Janeiro, inúmeras visitas ao Santuário Cristo Redentor: tudo registrado em cerca de 130 imagens. A mostra “Que todos sejam Um” (Ut Omnes Unum Sint, em latim) reúne fotos do fotógrafo Gustavo de Oliveira e alguns objetos que fazem parte da história do Arcebispo Metropolitano do Rio de Janeiro, Cardeal Orani João Tempesta.<br><span style="color: inherit;">        A exposição, instalada no Museu Nacional de Belas Artes, é dividida em quatro módulos: Dom Orani e seu relacionamento com a comunidade; sua Ordenação Episcopal; o Cardeal no seu cotidiano; e, por último, a temática da Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro, com a presença do Papa Francisco, em 2013.<br></span><span style="color: inherit;">        Entre as imagens, capturas emocionantes de Dom Orani no Santuário Cristo Redentor, em momento históricos, como na Jornada Mundial da Juventude, foram feitas pelas lentes de Gustavo. O fotógrafo oficial da Arquidiocese do Rio de Janeiro não se preocupa em registrar poses, mas sim, sentimentos, emoções. </span></p><p><span style="color: inherit;">        Mais sobre o seu trabalho pode ser encontrado na página Gustavo Oliveira, no Facebook (<a href="https://www.facebook.com/fotografogustavodeoliveira/" style="text-decoration-line: underline;">https://www.facebook.com/fotografogustavodeoliveira/</a>).</span></p><p><br></p><p><span style="font-weight: bold;">Em cartaz: </span>6 de julho a 3 de setembro.<br><span style="color: inherit;"><span style="font-weight: bold;">Horários de visitação: </span>terça a sexta-feira, das 10h às 18h, e sábados, domingos e feriados, das 13h às 18h.<br></span><span style="color: inherit;"><span style="font-weight: bold;">Ingressos:</span> R$ 8 e meia, R$ 4. Entrada é gratuita aos domingos.<br></span><span style="color: inherit;"><span style="font-weight: bold;">Endereço:</span> Museu Nacional de Belas Artes | Avenida Rio Branco, 199, na Cinelândia, Centro do Rio. </span></p><p><span style="font-style: italic;"><br></span></p><p><br></p><p><br><span style="color: inherit;">*Fotos: Gustavo de Oliveira</span></p><p><span style="color: inherit;">*</span><span style="font-style: italic; color: inherit;">Artes: Gustavo de Oliveira</span></p><p><span style="font-style: italic;">Abertura da exposição "Que todos sejam Um"</span></p><p><br><span style="color: inherit;">*Fotos: Carlos Moiolli</span></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>Mon, 10 Jul 2017 17:00:28 -0300Intrépido Pastorhttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/intrepido-pastorhttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/intrepido-pastor<p>    No dia 09 de julho de 2012, depois de uma vida dedicada a um apostolado inesquecível nesta cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, na Arquidiocese e na Igreja no Brasil e no mundo, entregou a sua alma ao Senhor, o meu venerando predecessor, Cardeal Eugênio Araújo Sales.<br><span style="color: inherit;">    Criado Cardeal pelo Beato Paulo VI em 1969, Dom Eugenio de Aráujo Sales foi por 30 anos Arcebispo do Rio de Janeiro. Nascido em Acari (RN), em 11 de novembro de 1920, dom Eugenio Sales foi sagrado bispo aos 33 anos, em Natal (RN), com apenas 11 de sacerdócio. Em 1968, tornou-se arcebispo de Salvador e, em 1971, arcebispo do Rio de Janeiro, com a morte repentina do Cardeal Jaime de Barros Câmara. Ficou à frente da arquidiocese até 2001, onde se tornou referência na defesa de perseguidos políticos. Em 2008, soube-se que ele abrigou mais de 4.000 pessoas perseguidas pelos regimes militares do Cone Sul entre 1976 e 1982.<br></span><span style="color: inherit;">    Como não agradecer a Deus este seu fecundo ministério episcopal, plasmado na preocupação pastoral e social, desde quando fora Administrador Apostólico de Natal, com a intuição e instituição da Campanha da Fraternidade, posteriormente assumida nacionalmente pela CNBB; passando pelo seu ministério como Administrador Apostólico de São Salvador da Bahia, até ser nomeado, pelo Beato Paulo VI, como Arcebispo de São Sebastião do Rio de Janeiro.<br></span><span style="color: inherit;">    Padre conciliar, por isso, sempre preocupado pelo ensino e pelo testemunho da letra conciliar, era um apaixonado pela renovação conciliar. Dom Eugênio viveu profundamente a Carta Apostólica que o Beato Paulo VI dirigiu a todos os bispos, cinco anos após o encerramento do Concílio Ecumênico Vaticano II, intitulada a </span><span style="color: inherit; font-style: italic;">Quinque jam anni</span><span style="color: inherit;">, de 8 de dezembro de 1970. Naquela Carta Apostólica o Papa Paulo VI pedia aos bispos que </span>considerassem<span style="color: inherit;"> o grave e urgente dever de anunciar a Palavra de Deus ao povo para que este crescesse na fé e no entendimento da mensagem cristã e testemunhasse, com toda a sua vida, a salvação em Jesus Cristo. O Papa Paulo VI pedia aos bispos sermos “resolutos para que nenhum impedimento detivesse a onda abundante de graças celestes que hoje alegra a Cidade de Deus”. O que os homens esperam – assim dizia Paulo VI – “não é tanto uma superabundância de palavras, quanto uma palavra em consonância com uma vida mais evangélica”.<br></span><span style="color: inherit;">    Uma das dimensões do fecundo e longo episcopado de Dom Eugênio Araújo Sales como Arcebispo do Rio de Janeiro foi a sua solicitude para com os irmãos bispos. O seu Curso Anual de Atualização e de trocas de experiência pastoral demonstrou a sua preocupação de que o bispo se torna um bispo entrando na comunhão dos bispos. Não posso exercer meu ministério episcopal senão em um “Nós”, que é o único que dá significado ao “Eu” individual. Mas como manter vivo esse vínculo recíproco e comunitário? Tratava-se de um “affectus collegialis”, segundo a definição de <span style="font-style: italic;">Lumen gentium</span>.<br></span><span style="color: inherit;">    Dom Eugênio preocupou-se com a falta de tempo dedicado à reflexão doutrinal, a uma reflexão amadurecida a ponto de perceber tudo a partir de uma vida incessantemente inspirada pelo sopro do Espírito. O magistério do bispo deve garantir que o testemunho da Igreja sobre Jesus Cristo continue a ser o testemunho dos Apóstolos. Não há enunciado da fé que não seja inteligência da fé em uma dada cultura. Dom Eugênio testemunhou a unidade com o bispo de Roma que é o que dá a cada bispo uma dimensão católica e ao mesmo tempo uma garantia, porque a fé do sucessor de Pedro conforta a nossa. É do magistério do Papa que todas as Igrejas locais precisam, pois com frequência se fragilizam por inumeráveis pressões.<br></span><span style="color: inherit;">    Dom Eugênio gostava muito de reafirmar que como sucessor dos apóstolos deveria contemplar o Cristo como o “pastor com grandes olhos que veem por tudo”. É desse modo que o “epíscopo” exerce a sua missão de discernimento espiritual. Foi desta maneira que Dom Eugênio olhou sempre e velou para sua amada Igreja do Rio de Janeiro e por nossa cidade.<br></span><span style="color: inherit;">    O Papa Bento XVI, na ocasião da páscoa do Cardeal Sales, assim se dirigiu a nós: “Quero manifestar meus pêsames aos bispos, seus auxiliares, ao clero, às comunidades religiosas e aos fiéis da arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, que tiveram por três décadas um intrépido pastor". "Foi um autêntico testemunho do Evangelho em meio a seu povo. Dou graças ao Senhor por ter dado à Igreja pastor tão generoso", completa a nota do Sumo Pontífice. "Em 70 anos de sacerdócio e 58 de no episcopado, sempre quis indicar o caminho da verdade, na caridade e servir à comunidade, prestando particular atenção aos mais desfavorecidos, fiel a seu lema episcopal 'impendam et superimpendar'", recorda a nota, em uma referência à Carta de São Paulo aos Coríntios: "De muita boa vontade darei o que é meu, e me darei a mim mesmo pelas vossas almas, ainda que, amando-vos mais, seja menos amado por vós".<br>    L</span><span style="color: inherit;">embrando nosso “intrépido pastor”, como seu sucessor posso dar testemunho do carinho, do respeito e da gratidão do clero e do povo do Rio de Janeiro pelo ministério episcopal de Dom Eugênio Sales totalmente voltado em gastar a sua vida, de boa vontade, para a salvação das almas e para a acolhida dos mais perseguidos e marginalizados. Agradecidos a Deus pelo “intrépido pastor”, pedimos a sua intercessão junto do Senhor da Messe e Pastor do Rebanho, para que a nossa Arquidiocese, cidade e Estado possam continuar, na construção da paz, testemunhar o Redentor. Descanse em paz, Dom Eugênio Sales, magno pastor desta Igreja, que testemunhou e viveu o Evangelho e que nos anima a levar o Evangelho da Vida, da Esperança e da Paz nesta complexa e diversificada cidade que, do alto do Corcovado, o Cristo abre os braços para que corramos ao seu encontro!</span></p><div><br></div>Sun, 09 Jul 2017 16:05:22 -0300Santuário Cristo Redentor estrela as telas da WebTV Redentorhttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/santuario-cristo-redentor-estrela-as-telas-da-webtv-redentorhttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/santuario-cristo-redentor-estrela-as-telas-da-webtv-redentor<p>    O Santuário Cristo Redentor agora é palco do “De Braços Abertos”. O novo programa da WebTV Redentor, dirigido por Leanna Scal e apresentado pelo jovem carioca Luiz Guilherme Rodrigues, procura entender a relação dos turistas que visitam o Cristo com a Cidade Maravilhosa – o Rio de Janeiro. O intuito é fazer com que os telespectadores se sintam mais próximos do Monumento, através das histórias daqueles que por lá passaram.<br><span style="color: inherit;">    “De Braços Abertos” teve sua primeira exibição na noite de quarta, 5 de julho, no Quiosque Divo, na orla da praia do Leme. O quiosque é um Amigo do Cristo, parceiro do Santuário. A cada venda realizada, uma parte do valor pago pelo consumidor é destinada à manutenção do Redentor e às ações sociais promovidas por ele.<br></span><span style="color: inherit;">    A estreia contou com a presença do Vigário Episcopal para Comunicação Social e Cultura, Cônego Marcos William Bernardo, do reitor do Santuário, padre Omar Raposo e de todos os envolvidos na produção do programa.<br></span><span style="color: inherit;">    A diretora do programa abriu a cerimônia com um voto de confiança ao “De Braços Abertos”.<br></span><span style="color: inherit;">    – Para além da religião, do credo, todo mundo relata uma paz ao ver o Monumento ao Cristo Redentor lá em cima, um encantamento em ver a Cidade Maravilhosa lá do alto. Quem assistir o programa vai conseguir ter essa experiência de estar no Cristo Redentor, esse é o nosso desejo, compartilhou Leanna.<br></span><span style="color: inherit;">    Em seguida, o apresentador Luiz Guilherme, contou sobre a experiência de gravar um programa no alto do Corcovado.<br></span><span style="color: inherit;">    – Eu achava que ia encontrar histórias de pessoas que estavam ali com amigos viajando, ou grupos legais de algum país diferente e, aos poucos, fomos encontrando histórias realmente surpreendentes de famílias que se reencontraram, pessoas que moram na cidade e nunca tinham ido ao Cristo Redentor... Foi realmente muito bonito! Toda vez que subo ao Corcovado é diferente, muito especial.<br></span><span style="color: inherit;">    Para encerrar a apresentação, o reitor do Santuário, Padre Omar, ressaltou a importância e o poder do Santuário no coração e na fé de todos que, pelo menos uma vez, visitam o Redentor.<br></span><span style="color: inherit;">    – O Cristo Redentor tem essa missão de ser um lugar de encontro, o camarote da cidade do Rio de Janeiro. O público chega lá e vê um Monumento bonito demais, bem cuidado pela Arquidiocese do Rio, de braços abertos, que se expande por todos e inspira todos os visitantes a abrirem os braços para a paz, para o perdão, para as oportunidades que surgem a cada dia.<br></span><span style="color: inherit;">    O primeiro episódio está disponível no site da da WebTV Redentor (<a href="http://webtvredentor.com.br" style="text-decoration-line: underline;">webtvredentor.com.br</a>) e no canal no Youtube (<a href="https://goo.gl/rzPQAF" style="text-decoration-line: underline;">https://goo.gl/rzPQAF</a>).</span></p><div><br></div><p></p><p><span style="color: inherit;">*Fotos: Redação e WebTV Redentor</span><br></p>Sat, 08 Jul 2017 17:57:11 -0300Ele se revela aos pequenoshttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/ele-se-revela-aos-pequenoshttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/ele-se-revela-aos-pequenos<p>    Estamos no XIV Domingo do Tempo Comum. A mensagem do Evangelho deste domingo é: “Eu sou manso e humilde de coração”. A liturgia também nos mostra que o Senhor se revela aos pequeninos.<br><span style="color: inherit;">    Deus revela seus segredos aos pequenos! O Povo de Israel perdera sua independência e sua liberdade. Foi dominado pelos Persas e, depois, pelos Gregos. Enfim, era um povo explorado e esperava um Messias libertador. Mas o profeta anuncia um Messias humilde, justo e defensor dos pobres. O Rei humilde, que morre, que defende os pobres, é Jesus Cristo!</span><span style="color: inherit; white-space: pre;"> </span><span style="color: inherit;">Na Primeira Leitura (Zc 9,9-10) o Messias anunciado é um rei justo e humilde e vem sem aparato de poder militar, segundo o modelo dos reis que exploravam o Povo de Israel. A proposta de Deus é diferente: um rei humilde, pobre e amigo dos pobres! Este rei é tão diferente que não vem montado em cavalo, mas vem montado em um jumento. Isto é símbolo da humildade e simplicidade. O cavalo é símbolo da força e do poder, enquanto o jumento é símbolo da paz e da simplicidade. Vemos o Rei entrando em Jerusalém montado em um jumento.<br></span><span style="color: inherit;">    A Segunda Leitura (Rm 8,9.11-13) nos diz que aquele que tem o Espírito Santo no coração entende a Palavra de Deus. Quem tem o Espírito pertence a Cristo e entende sua Palavra. Escutemos o Espírito e vivamos de acordo com Ele.<br></span><span style="color: inherit;">    No Evangelho deste domingo (Mt 11, 25-30), Jesus, louva o Pai porque o segredo foi revelado, exatamente, aos pequenos! Digamos: “Eu te louvo, ó Pai, porque ocultastes estas coisas aos sábios e doutores e as revelastes aos pequeninos”! Somos todos chamados a ter um coração de criança.<br></span><span style="color: inherit;">    “Diante de um convite de Jesus: “Vinde a mim, todos vós que estais cansados e carregados de fardos, e Eu vos darei descanso, pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve” (Mt 11, 28-30). Ao lado de Cristo, todas as fatigas se tornam amáveis, tudo o que poderia ser custoso no cumprimento da vontade de Deus se suaviza. O Sacrifício, quando se está ao lado de Cristo, não é áspero e duro, mas amável. Ele assumiu as nossas dores e os nossos fardos mais pesados. O Evangelho é uma contínua prova da Sua preocupação por todos: “Ele deixou-nos por toda parte exemplos de misericórdia”, dizia São Gregório Magno, falando a respeito do Senhor.<br></span><span style="color: inherit;">    Diante de Deus somos o que somos, nem mais nem menos, com qualidades e defeitos, com méritos e deméritos, gente boa com coisas não tão boas. É preciso ter bem claro tudo isso na própria vida para saber exigir os próprios direitos, cumprir os próprios deveres e dar a devida honra e glória de Deus. Devemos ter a consciência bem formada e saber que devemos sempre buscar a humildade. Quanto à mansidão, essa virá por meio da humildade. Nunca podemos perder de vista as nossas origens. É claro que também origem familiar, mas, origem de que somos “cidadãos do céu”, “somos filhos e herdeiros do céu”.<br></span><span style="color: inherit;">    Peçamos ao Senhor que nos dê a graça de ter um coração semelhante ao Seu coração: humilde, amoroso, compassivo, orante, acolhedor. Senhor, dai-me um coração igual ao teu, meu Mestre. Coração para fazer o bem e ser o bem para aqueles que de mim mais precisam.</span></p><div><br></div>Sat, 08 Jul 2017 16:00:44 -0300Cristo Redentor homenageia Estados Unidoshttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/cristo-redentor-homenageia-estados-unidoshttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/cristo-redentor-homenageia-estados-unidos<p>    As cores vermelha, azul e branca, da bandeira americana, foram projetadas sobre o monumento ao Cristo Redentor, na terça-feira, 4 de julho, das 19h às 20h, em atenção ao 241º aniversário da Independência dos Estados Unidos. A iniciativa da Arquidiocese do Rio de Janeiro foi uma forma de homenagear e celebrar os laços de amizade entre esse País e o Brasil.<br><span style="color: inherit;">    — Esse incrível gesto de reconhecimento, que já foi realizado nos últimos três anos, muito emociona o povo americano e honra sua história. Um gesto de valoroso significado para todos aqueles que celebram conosco o Dia da Independência dos EUA, ao ver o símbolo mais emblemático do Rio de Janeiro iluminado nas cores da nossa bandeira, destaca o Cônsul Geral James Story.</span></p><p><span style="color: inherit;"></span><br></p><p><br></p>Wed, 05 Jul 2017 17:00:48 -0300Iluminação Vermelha, Azul e Brancahttps://cristoredentoroficial.com.br/eventos/iluminacao-vermelha-azul-e-brancahttps://cristoredentoroficial.com.br/eventos/iluminacao-vermelha-azul-e-brancaCristo Redentor recebe iluminação especial nas cores da bandeira americana, na terça-feira, 4 de julho, das 19h às 20h, em homenagem ao 241º aniversário da Independência dos Estados Unidos. <br><br> <p><br></p>Tue, 04 Jul 2017 00:00:00 -0300Todos pelo bemhttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/todos-pelo-bemhttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/todos-pelo-bem<div><span style="font-weight: bold; font-style: italic;">* Por Nice Affonso</span></div><div><br></div><div>        <span style="color: inherit;">A réplica do Cristo Redentor, que está no Leme desde o dia 6 de junho, agora será itinerante. Irá peregrinar por vários bairros do Rio de Janeiro, com o objetivo de aproximar o Cristo Redentor das pessoas, para inspirá-las a entrarem numa verdadeira corrente do bem, conforme os valores do Evangelho. A iniciativa também impulsiona a campanha “Amigos do Cristo” — lançada pela Arquidiocese do Rio de Janeiro, no ano passado, visando a manutenção do Monumento e do trabalho sociocultural desenvolvido pelo Santuário Cristo Redentor. </span></div><div>        — Levar o Cristo Redentor por todo o Rio de Janeiro, ao encontro da realidade particular de cada carioca, só vai ser possível porque conseguimos o apoio da Secretaria Municipal de Urbanismo, Infraestrutura e Habitação e da Secretaria de Estado de Cultura para o projeto itinerante. Ao aceitar a nossa proposta, o secretário André Lazaroni nos concedeu a licença necessária e o secretário Indio da Costa decidiu criar um Grupo de Trabalho visando elaborar os critérios para definir as localizações e as ambientações da réplica do monumento ao Cristo Redentor pela Cidade, explica o Vigário Episcopal para Comunicação Social e Cultura, Cônego Marcos William Bernardo.</div><div>        De acordo com o Sacerdote, a imagem deverá ficar em cada local escolhido por cerca de uma semana, durante a qual a comunidade terá toda a liberdade para se aproximar do Redentor, para fotografias e/ou momentos de oração e eventos socioculturais. Uma placa, com os brazões da Arquidiocese do Rio de Janeiro, da Prefeitura e do Governo, ficará afixada aos lugares por onde a réplica passar. </div><div>        — O Cristo Redentor, ‘por tudo que Ele representa’ (slogan da campanha “Amigos do Cristo”), não vai ficar fixo num lugar. Cristo é livre! Cristo não se deixa prender por ninguém! Esta é a beleza do Cristo: Ele é livre! Ele passa e vai em frente, destaca Cônego Marcos William. </div><div><br></div><div><span style="font-weight: bold;">Do Leme ao Pontal... Um resgate histórico</span></div><div>        No dia 15 de julho, a réplica do Cristo Redentor será recebida em seu próximo destino: a Lagoa (na saída do Corte do Cantagalo). A imagem ficará bem de frente à do Monumento do alto do Corcovado. E, no dia 19, chega ao Pontal, no Posto 11, onde vai ficar até o dia 21.</div><div>Mais do que para dar vida à música de Tim Maia, a peregrinação da réplica do Cristo Redentor por esta parte da Zona Sul carioca faz um resgate histórico: Ela parte do Leme – região que pertencia à família Leme, do Cardeal Sebastião Leme, que empenhou todo o seu entusiasmo e a sua dedicação à construção do Monumento ao Cristo Redentor, no alto do Corcovado — e passa pela Avenida Princesa Isabel, que está no caminho entre o Leme e o Pontal. Essa Via homenageia essa mulher tão importante para a abolição da escravatura, que, por esse feito, havia sido a escolhida para ter uma estátua sua, no Corcovado. Mas ela, católica, preferiu que <span style="color: inherit;">fosse erguida uma imagem do Sagrado Coração de Jesus, “verdadeiro redentor dos homens”, conforme a sua fé.</span></div><div>        — Princesa Isabel, Cardeal Leme e Cristo Redentor tornam vivas recordações que recuperam a história da cidade. Como a cidade se organiza, como ela é viva, o inconsciente da cultura vai colocando em ordem as coisas, explica Cônego Marcos William.</div><div><br></div><div><span style="font-weight: bold;">O coração do artista</span></div><div>        Para o artista Odilon Lima, que fez a réplica do Cristo Redentor para ser itinerante, o reconhecimento da imagem como ícone da Cidade Maravilhosa e como símbolo do Sagrado, por onde quer que ela passe, é a grande recompensa pelo seu trabalho:</div><div>        — Eu tenho um orgulho enorme de fazer parte desse projeto. Quando concluo o trabalho erguendo a réplica do Cristo, vejo nas pessoas algo muito bom, tenho uma sensação maravilhosa! Não importa se elas veem a estátua com os olhos da arte ou com o coração... Veem como símbolo do Rio de Janeiro e como a Imagem do Cristo, nosso eterno Salvador. Notar esse brilho em seus olhos, essa admiração, esse reconhecimento me deixa muito feliz, partilha.</div><div><br></div><div><span style="font-weight: bold;">Confira a programação:</span></div><div>Julho</div><div>•<span style="white-space:pre"> </span>No dia 15, a réplica do Cristo Redentor chega à Lagoa (Corte do Cantagalo)</div><div>•<span style="white-space:pre"> </span>No dia 19, chega ao Pontal (Posto 11), onde fica até o dia 21.</div><div>•<span style="white-space:pre"> </span>Dia 22, estará na Paróquia Nossa Senhora do Desterro, em Campo Grande.</div><div>•<span style="white-space:pre"> </span>Dia 29, chega à Praça da Fé, em Bangu.</div><div>Agosto</div><div>•<span style="white-space:pre"> </span>No dia 5, estará no Caminho Niemeyer. </div><div>•<span style="white-space:pre"> </span>No dia 12, chega à Catedral Metropolitana.</div><div>Setembro</div><div>•<span style="white-space:pre"> </span>No dia 2, chega no Estácio. </div><div>•<span style="white-space:pre"> </span>Dia 09, à Praça Barão de Drumond, em Vila Isabel. </div><div>•<span style="white-space:pre"> </span>Dia 16, à Praça Jardim do Méier. </div><div>•<span style="white-space:pre"> </span>Dia 23, à Praça do Trem, no Engenho de Dentro.</div><div>Outubro</div><div>•<span style="white-space:pre"> </span>No dia 7, chega à Praça dos Garis, no Encantado. </div><div>•<span style="white-space:pre"> </span>Dia 14, na Praça Sofia Moreira, em Cosmos. </div><div>•<span style="white-space:pre"> </span>Dia 21, em frente à paróquia Nossa Senhora da Conceição, em Santa Cruz.</div><div>•<span style="white-space:pre"> </span>Dia 28, no Parque Shangai, na Penha.</div><div>Novembro</div><div>•<span style="white-space:pre"> </span>Dia 4, chega ao Parque Madureira, onde passa por 3 pontos diferentes, até o dia 24.</div><div>•<span style="white-space:pre"> </span>Dia 25, vai para o Parque Manoel Bandeira, na Ilha do Governador.</div><div><span style="color: inherit;">Dezembro</span><br></div><div>•<span style="white-space:pre"> </span>Dia 2, chega no Rio das Pedras (Praça da Associação, na Rua Nova). </div><div>•<span style="white-space:pre"> </span>Dia 9, na Praça Seca.</div><div>•<span style="white-space:pre"> </span>Dia 16, na Praça N. Sra das Dores, na Pavuna. </div><div>•<span style="white-space:pre"> </span>Dia 23, no Centro de Tradições Nordestinas, em São Cristóvão. </div><div>•<span style="white-space:pre"> </span>Dia 31, no Largo do Machado.</div><div><span style="font-weight: bold; font-style: italic;">* Foto: Divulgação</span></div> Thu, 29 Jun 2017 18:02:26 -0300Pedro e Paulohttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/pedroepaulohttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/pedroepaulo<p>    No dia 29 de junho ou no Domingo seguinte (caso do Brasil), celebramos a Solenidade de São Pedro e São Paulo! A cada ano a liturgia nos leva a meditar sobre a vida destes dois grandes Apóstolos. Pedro, que é considerado como “o líder dos apóstolos”, por ter recebido do Senhor essa missão, e assim presidiu a Igreja Cristã primitiva, tanto por sua fé e pregação, como pelo ardor de amor a Jesus.<br><span style="color: inherit;">    Pedro, que tinha como primeiro nome Simão, era natural de Betsaida, irmão do Apóstolo André. Pescador, foi chamado pelo próprio Jesus e, deixando tudo, seguiu ao Mestre, estando presente nos momentos mais importantes da vida do Senhor, que lhe deu o nome de Pedro. Em princípio, fraco na fé, chegou a negar Jesus durante o processo que culminaria em Sua morte por crucifixão.<br></span><span style="color: inherit;">    O próprio Senhor o confirmou na fé após Sua ressurreição (da qual o apóstolo foi testemunha), tornando-o intrépido pregador do Evangelho através da descida do Espírito Santo de Deus, no Dia de Pentecostes, o que o tornou líder da primeira comunidade. Selou seu apostolado com o próprio sangue, pois foi martirizado em uma das perseguições aos cristãos, sendo crucificado de cabeça para baixo a seu próprio pedido, por não se julgar digno de morrer como Seu Senhor, Jesus Cristo. São Pedro escreveu duas cartas e também serviu como fonte de informações para que São Marcos escrevesse seu Evangelho.<br></span><span style="color: inherit;">    Jesus perguntara aos discípulos que opiniões corriam a Seu respeito. Eram muitas. Todas incompletas, várias totalmente erradas. Haja opiniões, ontem como hoje! E, então, Jesus volta-se para os discípulos – os Doze e os de todas as épocas: eu, você – e dispara, como uma flecha: “E vós, quem dizeis que eu sou”? É Pedro quem responde em nome de todos: “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo”! A resposta é perfeita; é a essência mesma da fé da Igreja. E Jesus, então, revela: “Não foi tua inteligência; foi o Pai quem te revelou isso! E eu revelo quem tu és: Tu és Pedro (= pedra) e sobre esta Pedra edificarei a minha Igreja. E dar-te-ei as chaves do Reino... para ligares e desligares...” Uma observação importante: a razão humana, entregue a si mesma, não poderá jamais penetrar na essência do mistério de Cristo: “Ninguém pode vir a mim se o Pai não o atrair” (Jo 6,44).<br></span><span style="color: inherit;">    Paulo nasceu entre o ano 5 e 10 da era cristã, em Tarso, capital da Cilícia, na Ásia Menor, cidade aberta às influências culturais e às trocas comerciais entre o Oriente e o Ocidente. Descende de uma família de judeus da diáspora, pertencente à tribo de Benjamim, que observava rigorosamente a religião dos seus pais, sem recusar os contatos com a vida e a cultura do Império Romano.<br></span><span style="color: inherit;">    Os pais deram-lhe o nome de Saul (nome do primeiro rei dos judeus). O nome Saul passou para Saulo porque assim era este nome em grego. Mais tarde, depois de sua conversão a partir da sua primeira viagem missionária no mundo greco-romano, Paulo usa exclusivamente o nome latino Paulus.<br></span><span style="color: inherit;">    Recebeu a sua primeira educação religiosa em Tarso, tendo por base o Pentateuco e a lei de Moisés. A partir do ano 25 d.C. vai para Jerusalém, onde frequenta as aulas de Gamaliel, mestre de grande prestígio, aprofundando com ele o conhecimento do Pentateuco escrito e oral. Aprende a falar e a escrever em aramaico, hebraico, grego e latim. Pode falar publicamente em grego ao tribuno romano, em hebraico à multidão em Jerusalém (At 21, 37.40) e catequizar hebreus, gregos e romanos.<br></span><span style="color: inherit;">    Paulo é chamado “o Apóstolo” por ter sido o maior anunciador do cristianismo, depois de Cristo. Entre as grandes figuras do cristianismo nascente, a seguir a Cristo, Paulo é de fato a personalidade mais importante que conhecemos. É uma das pessoas mais interessantes e modernas de toda a literatura grega, e a sua Carta aos Coríntios é das obras mais significativas da humanidade. Escreveu 13 cartas às igrejas por ele fundadas: cartas grandes: duas aos tessalonicenses; duas aos coríntios; aos gálatas; aos romanos. Da prisão: aos filipenses; bilhete a Filémon; aos colossenses; aos efésios. Pastorais: duas a Timóteo e uma a Tito.<br></span><span style="color: inherit;">    Nas suas cartas, Paulo afirma que Jesus Cristo está vivo e reconcilia os homens através do Espírito Santo. Cristo traz a salvação ao mundo. A reconciliação dos homens com Deus e entre si é possível, e já começou. É através da Igreja que se realiza esta reconciliação.<br></span><span style="color: inherit;">    Durante a viagem para Roma, Paulo não perdia a oportunidade de anunciar o Evangelho em todos os lugares por onde passava. Após várias dificuldades ao longo da travessia e enfrentar um naufrágio, fez escala em Siracusa, na Sicília, e dali foi conduzido a Reggio (At 28, 12-13). Uma vez chegado à capital do Império e instalado em prisão domiciliar, Paulo realizava um anseio que havia tempos acalentava no coração, como ele mesmo o expressara aos cristãos de Roma: "Daí o ardente desejo que eu sinto de vos anunciar o Evangelho também a vós, que habitais em Roma" (Rm 1, 15). Dois anos haveria de durar seu doloroso cativeiro, mas ele, como afirma São João Crisóstomo, "considerava como brinquedo de criança os mil suplícios, os tormentos e a própria morte, desde que pudesse sofrer alguma coisa por Cristo". Aproveitou o tempo para pregar o Reino de Deus (cf. At 28, 31), escrever numerosas cartas às comunidades da Grécia e da Ásia, as chamadas Epístolas do cativeiro.<br></span><span style="color: inherit;">    Os apóstolos testemunharam Jesus não somente com a palavra, mas também com o modo de viver e com a própria morte. Por isso mesmo, seu martírio é uma festa para a Igreja, pois é o selo de tudo quanto anunciaram. O próprio São Paulo reconhecia: “Não pregamos a nós mesmos, mas a Cristo Jesus, o Senhor. Trazemos, porém, este tesouro em vasos de argila para que esse incomparável poder seja de Deus e não nosso. Incessantemente trazemos em nosso corpo a agonia de Jesus, a fim de que a vida de Jesus seja também manifestada em nosso corpo. Assim, a morte trabalha em nós; a vida, porém, em vós” (2Cor 4, 5.7.10.12).<br></span><span style="color: inherit;">    Nesta Solenidade reafirmamos nossa adesão ao ministério de Pedro, na pessoa de seu Sucessor, o querido Papa Francisco. É também o Dia do Papa, quando ofertamos o nosso óbolo como presente! O nosso afeto, a nossa adesão ao seu ministério e o nosso compromisso em “ser uma Igreja em saída”, evangelizando as “periferias existenciais” nos animam pelo testemunho vivo, eloquente e transparente do Romano Pontífice, a quem desejamos as melhores consolações divinas e a quem nos associamos, em Roma, por ocasião do Consistório de criação dos novos Cardeais, levando a ele, em nosso nome e da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, as nossas orações e votos de muitos anos de profícuo pontificado em favor do testemunho crível do Evangelho.<br></span><span style="color: inherit;">    Eis o sinal do verdadeiro Apóstolo: dar a vida pelo rebanho, com Jesus e como Jesus, gastando-se, morrendo, para que os irmãos vivam no Senhor!<br></span><span style="color: inherit;">    Por isso, caríssimos irmãos, a alegria da Igreja na Festa de Pedro e Paulo: eles não só falaram, não só viveram, mas também morreram pelo seu Senhor; e já sabemos pelo próprio Cristo-Deus que não há maior prova de amor que dar a vida por quem amamos! Bem-aventurado é Pedro, bendito é Paulo, que amaram tanto o Senhor a ponto de darem a vida por Ele! Nisto são um exemplo, um modelo, uma norma de vida para todos nós.</span></p><div><br></div>Thu, 29 Jun 2017 16:09:27 -0300Palavras e atitudeshttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/palavras-e-atitudeshttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/palavras-e-atitudes<p>    Se alguém perguntar quem é você, qual vai ser a sua resposta? Você vai se limitar a dizer seu nome ou vai além, contando sua profissão, onde estuda, trabalha, se é solteiro, casado etc? Sejam quais forem seus argumentos, certamente, as palavras usadas não vão ser uma descrição perfeita e nem completa da pessoa que você é.  Afinal, você é muito mais do que as palavras podem expressar. Suas ações certamente dizem bastante sobre você.<br><span style="color: inherit;">    Então, é importante pensar na postura que a gente assume diante da vida! Será que somos medrosos, covardes? Ou temos a ousadia e intrepidez da fé, que nos motiva constantemente a realizar todas as coisas? Perceba o que Jesus nos diz, no Evangelho deste domingo:</span></p><p style="text-align: center; "><span style="font-weight: bold;">“Portanto, todo aquele que se declarar a meu favor diante dos homens, também eu me declararei em favor dele diante do meu Pai que está nos céus. Aquele, porém, que me negar diante dos homens, também eu o negarei diante do meu Pai que está nos céus.” (Mt 10,32-33)</span></p><p>    Sim: o Senhor espera de nós que nos declaremos a Seu favor em nosso cotidiano. E isso se faz por meio de palavras e de atitudes concretas. Se declarar a favor de Deus não é apenas proclamar por aí que Ele é real, que morreu numa cruz para nos salvar. É bem mais do que apenas isso! É defender a vida, a dignidade da pessoa humana, é ser correto, justo, promover tudo o que é bom e belo, é fazer fluir a corrente do bem, é ser positivo, motivado, bem disposto.<br><span style="color: inherit;">    São essas atitudes do dia a dia que vão nos revelando integralmente aos outros. E também são elas que testemunham ao mundo se somos, de fato, cristãos ou não. Não basta alguém se declarar a favor de Deus, se for da boca pra fora, porque as atitudes tomadas, ao longo do tempo, vão revelar a verdade.<br></span><span style="color: inherit;">    O lindo é pensar que o próprio Senhor vai falar bem de nós para o Pai! Ele não vai focar nos nossos erros, comuns a pecadores, mas na forma bonita como nos esforçamos para levar a vida de acordo com as Suas orientações. Será a vez dEle de, bondosamente, se declarar a nosso favor...</span></p><div><br></div>Mon, 26 Jun 2017 16:10:57 -0300Permanecer sempre com Cristohttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/permanecer-sempre-com-cristohttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/permanecer-sempre-com-cristo<p>    Em geral, muitas escolas, no mês de julho, proporcionam para seus alunos, professores e funcionários um período de descanso. As férias do meio de ano, para os jovens, é um momento para lazer e descanso, porque durante o ano letivo, devido aos estudos, não possuem tempo. Mas também os trabalhadores, em sua época própria, gozam suas merecidas férias. Essa consciência de um tempo de reabastecimento do cansaço dos estudos e do trabalho tem crescido sempre mais. Este tempo pode ser usufruído tanto no próprio local de residência como em outras cidades e países, junto aos parentes ou no turismo. Pode ainda ser um tempo de reflexão e oração. Não importa a atividade feita durante esse período, o importante mesmo é não confundir o momento de férias como “férias” de ser cristão.<br><span style="color: inherit;">    A fé não é como os estudos, que possuem momentos de pausa e descanso. Ela é um dom que nos acompanha durante toda nossa vida, em todos os momentos, bons e ruins. Ela é um dos pilares de nossa vida e por isso nunca pode ser deixada de lado, pois sem esse alicerce a vida fica mais frágil.<br></span><span style="color: inherit;">    Vemos jovens abandonando as comunidades por crises de fé, pois confundem catequese com aula escolar. Imaginam que é como o estudo que existe pausa, e após serem crismados é como uma formatura escolar que não precisam mais voltar. Depois de permanecer um tempo longe da Igreja, voltam abatidos, buscando ali um acolhimento e aconchego para confortá-los após passarem por dificuldades.<br></span><span style="color: inherit;">    A catequese é algo muito importante na vida de todo católico, uma vez que nela se introduz na vida cristã e se aprofunda sobre a doutrina e ensinamentos da Igreja. Isso é necessário para se sair da rotina e saber como agir em diversos contextos que se encontram no cotidiano. A vida é um constante aprendizado. Uma frase famosa, de autor desconhecido, diz que “na escola a matéria é ensinada primeiro e depois é feita a prova; já na vida, a prova vem primeiro da matéria”. Porém, a prova se torna mais fácil quando se tem um mínimo conhecimento da matéria. E, quando a prova é a vida, pode-se adquirir um pouco da “matéria” e truques para utilizá-la na Igreja, pois ela ensina como deve ser o pensar e o agir.<br></span><span style="color: inherit;">    “Sede sóbrios e vigilantes. O vosso adversário, o diabo, anda em derredor como um leão que ruge, procurando a quem devorar.” (1Pd 5,8). Essa passagem nos mostra a importância de nunca pararmos e “tirarmos férias” da vida da Igreja. É necessário atenção e vigilância, pois o inimigo nunca descansa, e nós temos que combatê-lo constantemente.<br></span><span style="color: inherit;">    “‘Eu sou a videira verdadeira e meu Pai é o agricultor. Todo ramo que não dá fruto em mim, ele corta; e todo ramo que dá fruto, ele limpa, para que dê mais fruto ainda. Vós já estais limpos por causa da palavra que vos falei. Permanecei em mim, e eu permanecerei em vós. Como o ramo não pode dar fruto por si mesmo, se não permanecer na videira, assim também vós não podereis dar fruto se não permanecerdes em mim. Eu sou a videira e vós, os ramos. Aquele que permanecer em mim, como Eu nele, esse dá muito fruto; pois sem mim, nada podeis fazer. Quem não permanecer em mim será lançado fora, como um ramo, e secará’”. (Jo 15, 1-6).<br></span><span style="color: inherit;">    Por isso, devemos permanecer sempre em Cristo, dando frutos e nunca nos afastarmos Dele.</span></p><div><br></div>Mon, 26 Jun 2017 15:59:30 -0300Não tenhais medo.https://cristoredentoroficial.com.br/noticias/nao-tenhais-medohttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/nao-tenhais-medo<p>    No Décimo Segundo Domingo do Tempo Comum devemos ter presente a certeza de que Jesus nos coloca quando andamos em seu caminho: “Não tenhais medo!” (cf. Mt 10,26).<br><span style="color: inherit;">    O Evangelho que escutamos neste Domingo é parte do capítulo décimo do Evangelho de São Mateus (cf. Mt 10,26-33), que traz o Discurso Apostólico de Jesus: aí, ele chama os Doze – como ouvimos no Domingo passado (cf. Mt 9,16-10,8), previne seus discípulos para as incompreensões e perseguições que sofrerão, exorta-os a não terem medo de falar, afirma claramente que ele mesmo, Cristo, é causa de divisão e, finalmente, renova o convite para segui-lo. Então, estejamos atentos, pois o Senhor nos está falando dos desafios próprios da missão de ser cristão, ontem como hoje!<br></span><span style="color: inherit;">    Às vezes, encontramos pessoas angustiadas e atemorizadas pelas dificuldades que se agigantam quando só se conta com as forças humanas para enfrenta-los. Vemos também por vezes cristãos que parecem atenazados por um medo envergonhado de falar claramente de Deus, de dizer não à mentira, de mostrar, quando necessário, a sua condição de discípulos fiéis de Cristo; têm medo do que os outros podem dizer, de um comentário desfavorável, de chamar atenção em ambientes de costumes paganizados, em que os valores econômicos são muitas vezes os valores supremos?<br></span><span style="color: inherit;">    Jesus diz-nos que não nos preocupemos demasiado com a calúnia e a murmuração, se nos chegam a atingir. Não temais, pois, porque não há nada de oculto que não venha a descobrir-se. Que pena se mais tarde se viesse a descobrir que tivemos medo de proclamar aos quatro ventos a verdade que o Senhor nos confiou! O que vos digo em segredo, dizei-o à luz, e o que vos digo ao ouvido, pregai-o sobre os telhados. Se alguma vez nos calamos, que seja porque nesse momento o mais oportuno é calar-se por prudência sobrenatural, por caridade; nunca por temor ou por covardia. Nós, cristãos não somos amigos das sombras e dos cantos escuros, mas da luz, da claridade na vida e na Palavra.<br></span><span style="color: inherit;">    Não podemos ter medo de perder o brilho de um prestígio apenas aparente, ou de sofrer a murmuração ou até a calúnia, por não irmos contra a corrente ou contra a moda do momento. Pois todo aquele que me confessar diante dos homens, eu também o confessarei diante de meu Pai que está nos céus, diz-nos o Senhor. Esta promessa divina compensa de longe as incompreensões que possamos sofrer por vivermos a nossa fé com valentia e audácia santas.<br></span><span style="color: inherit;">    Devemos ser fortes e valorosos diante das dificuldades, como é próprio dos filhos de Deus: Não tenhais medo dos que matam o corpo, mas não podem matar a alma; temei antes aquele que pode fazer perder a alma e o corpo no inferno”. Jesus exorta-nos a não temer nada, exceto o pecado, que tira a amizade com Deus e conduz à condenação eterna.<br></span><span style="color: inherit;">    O temor de Deus é um dom do Espírito Santo que facilita a luta decidida contra aquilo que nos separa d’Ele e que nos move a fugir das ocasiões de pecar, a não confiar em nós mesmos, a ter presente a todo o momento que temos os pés de barros, frágeis e quebradiços. Os males corporais, e a própria morte, não são nada em comparação com os males da alma, com o pecado.<br></span><span style="color: inherit;">    A filiação divina fortalece-nos no meio das fraquezas pessoais, dos obstáculos com que tropeçamos, das dificuldades de um ambiente afastado de Deus que às vezes se opõe agressivamente aos ideais cristãos. Mas o Senhor está comigo, como soldado forte, diz-nos o profeta Jeremias na primeira leitura da Missa (cf. Jr 20,10-13). É o grito de esperança e de segura confiança do Profeta, quando se encontra só, no meio dos seus inimigos. Meu Pai-Deus está comigo como soldado forte, podemos nós repetir sempre que vejamos o perigo rondar-nos e o horizonte fechar-se. O Senhor é a minha luz e a minha salvação, a quem temerei?<br></span><span style="color: inherit;">    Contudo, devemos manifestar a nossa fortaleza e valentia em situações menos transcendentes: recusando com bons modos, mas com firmeza, um convite para ir a um lugar ou para assistir a um espetáculo em que um cristão deve sentir-se mal; manifestando desacordo com determinada orientação que os professores querem dar à educação das crianças. Muitas vezes, são as pequenas covardias que refreiam ou impedem um apostolado de horizontes amplos. Paralelamente, são também as “pequenas valentias” que tornam uma vida eficaz.<br></span><span style="color: inherit;">    Lembremos o que falou São Paulo (segunda leitura da liturgia – Rm 5,12-15), e que a Igreja não deve se acovardar diante das tentativas de calar a sua voz e ceifar a sua profecia: “A transgressão de um só levou a multidão humana à morte, mas foi de modo bem superior que a graça de Deus, ou seja, o dom gratuito concedido através de um só homem, Jesus Cristo, se derramou em abundância sobre nós!” (cf. Rm 5,15). Por isso não tenhais medo de testemunhar o Ressuscitado neste mundo conturbado que vivemos, fiéis a promessa de Jesus: “aquele que se declarar a meu favor diante dos homens, eu me declararei em favor dele diante de meu Pai”(cf. Mt 10,32). </span></p><div><br></div>Sun, 25 Jun 2017 14:55:23 -0300Jornada de Oração pelo Clerohttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/jornada-de-oracao-pelo-clerohttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/jornada-de-oracao-pelo-clero<p>    Na sexta-feira, dia 23 de junho de 2017, temos a graça de celebrarmos a Solenidade do Sagrado Coração de Jesus. A espiritualidade do Sagrado Coração de Jesus, nos faz adentrar ainda mais no mistério D’aquele que possui um coração puro, humilde e que se compadece da fragilidade humana.<br><span style="color: inherit;">    Para este dia todo especial, fomos chamados rezar pela santificação do nosso clero: para que Deus nos dê a graça de sempre amar o Senhor com total disponibilidade. Em nossa arquidiocese, esse dia em que o povo é chamado a esse clima de oração, é precedido por uma manhã especial em que o mesmo clero reza e reflete sobre esse grande chamado à santidade. Em todas as épocas a Igreja, através do magistério recordou a importância do sacerdócio ministerial. Recordo os mais recentes Pontífices.<br></span><span style="color: inherit;">    O primeiro é São João XXIII. O Fragmento que cito abaixo e da Encíclica sobre o Centenário de morte do Cura de Ars: “Falar de São João Maria Vianney‚ evocar a figura de um padre excepcionalmente mortificado que, por amor de Deus e pela conversão dos pecadores, se privava de alimento e sono, se impunha rudes penitências e, sobretudo, levava a renúncia de si mesmo a um grau </span>heroico<span style="color: inherit;">. Se é certo que comumente não é pedido a todos os féis que sigam este caminho, a divina Providência dispôs que nunca faltem no mundo pastores de almas que, levados pelo Espírito Santo, não hesitem em encaminhar-se por estas vias, porque tais homens operam com este exemplo o regresso de muitos, que se convertem da sedução dos erros e dos vícios para o bom caminho e a prática da vida cristã! A todos, o exemplo admirável de renúncia do cura de Ars, "severo para consigo e bondoso para com os outros", lembra de forma eloquente e urgente o lugar primordial da ascese na vida sacerdotal. (Retirado da Carta: Sacerdotii Nostri primordia. N. 10. Retirado do site: <a href="http://w2.vatican.va/content/john-xxiii/pt/encyclicals/documents/hf_j-xxiii_enc_19590801_sacerdotii.html" style="text-decoration-line: underline;">http://w2.vatican.va/content/john-xxiii/pt/encyclicals/documents/hf_j-xxiii_enc_19590801_sacerdotii.html</a>, último acesso em 10 de junho de 2017).</span><br><span style="color: inherit;">    São João Paulo II, dizia: “A vocação não é realidade estática: possui uma dinâmica própria. Queridos Irmãos no sacerdócio, nós confirmamos e realizamos cada vez mais a nossa vocação, na medida em que vivemos fielmente o “mysterium” da aliança de Deus com o homem e, de modo particular, o “mysterium” da Eucaristia; realizamos a vocação, na medida em que, com crescente intensidade, amamos o sacerdócio e o ministério sacerdotal, que somos chamados a desempenhar. Descobrimos então que é no ser sacerdotes que nos “realizamos” a nós mesmos, corroborando a autenticidade da nossa vocação, segundo o desígnio singular e eterno de Deus para cada um de nós. Este projeto divino concretiza-se na medida em que é reconhecido e assumido por nós, como nosso projeto e programa de vida”. (Carta aos Sacerdotes de João Paulo II, 1996. Retirado do site:  <a href="http://w2.vatican.va/content/john-xxiii/pt/encyclicals/documents/hf_j-xxiii_enc_19590801_sacerdotii.html" style="text-decoration-line: underline;">http://w2.vatican.va/content/john-xxiii/pt/encyclicals/documents/hf_j-xxiii_enc_19590801_sacerdotii.html</a>. Último acesso: 10/06/2017).<br></span><span style="color: inherit;">    O Papa Bento XVI, disse: “se é verdade que o convite de Jesus a “permanecer em seu amor” (cf. João 15, 9) se dirige a todo batizado, na festa do Sagrado Coração de Jesus, Dia de Santificação Sacerdotal, este convite ressoa com maior força para nós, sacerdotes, em particular nesta tarde, solene início do Ano Sacerdotal, que convoquei por ocasião do 150º aniversário da morte do Santo Cura de Ars. Vem-me imediatamente à mente uma bela e comovedora afirmação, referida no Catecismo da Igreja Católica: “O sacerdócio é o amor do Coração de Jesus” (n. 1589). Como não recordar com comoção que diretamente desse Coração manou o dom do nosso ministério sacerdotal? Como esquecer que nós, presbíteros, fomos consagrados para servir, humilde e autorizadamente, ao sacerdócio comum dos fiéis? Nossa missão é indispensável para a Igreja e para o mundo, que exige fidelidade plena a Cristo e uma incessante união com Ele; isto é, exige que busquemos constantemente a santidade, como fez São João Maria Vianney. Na carta que vos dirigi por ocasião deste ano jubilar especial, queridos sacerdotes, eu quis sublinhar alguns aspectos que qualificam nosso ministério, fazendo referência ao exemplo e ao ensinamento do Santo Cura de Ars, modelo e protetor de todos os sacerdotes, em particular dos párocos. Espero que este meu texto vos sirva de ajuda e estímulo para fazer deste ano uma ocasião propícia para crescer na intimidade com Jesus, que conta conosco, seus ministros, para difundir e consolidar seu Reino, para difundir seu amor, sua verdade. E, portanto, “a exemplo do Santo Cura de Ars, deixai-vos conquistar por Ele e sereis, também vós, no mundo de hoje, mensageiros de esperança, reconciliação e paz”. (Homilia do Papa Bento XVI na abertura do Ano Sacerdotal. Retirado do site de: <a href="http://www.presbiteros.com.br/site/homilia-do-papa-bento-xvi-na-abertura-do-ano-sacerdotal/" style="text-decoration-line: underline;">http://www.presbiteros.com.br/site/homilia-do-papa-bento-xvi-na-abertura-do-ano-sacerdotal/</a> . Último acesso: 10/06/2017).<br></span><span style="color: inherit;">    O Papa Francisco tem se referido muito à santidade do clero, e disse em um discurso: Reiterando a importância da formação humana, o Pontífice afirmou que um padre em paz consigo mesmo saberá “difundir serenidade” até mesmo nos momentos mais difíceis, “transmitindo a beleza do encontro com o Senhor”. “Não é normal que um padre seja frequentemente triste, nervoso ou duro de caráter; não está bem e não faz bem, nem ao padre, nem a seu povo. Nós, sacerdotes, somos apóstolos da alegria, anunciamos o Evangelho, a ‘boa nova’”, disse Francisco. (Retirado do site: <a href="https://noticias.cancaonova.com/mundo/papa-francisco-sacerdotes-sao-apostolos-da-alegria/" style="text-decoration-line: underline;">https://noticias.cancaonova.com/mundo/papa-francisco-sacerdotes-sao-apostolos-da-alegria/</a> Último acesso: 10/06/2017).<br></span><span style="color: inherit;">    Na arquidiocese do Rio de Janeiro, publicamos um texto de uma hora santa para que em todas as comunidades se reze nessa intenção. Porém, convido para que o façam não apenas nesta ocasião, mas, sempre. Aqui vai meu incentivo para que rezem sempre pelo clero. Precisamos de muitas orações e a oração é o nosso sustendo. Rezemos para que o Senhor nos de a graça de sempre amá-Lo e servi-Lo com todo ardor. Rezemos pelas vocações sacerdotais em nossa Arquidiocese. Para que o Senhor, dono da messe, envie inúmeras e santas vocações para o serviço da santificação do povo santo de Deus! </span></p><div><br></div>Fri, 23 Jun 2017 18:07:57 -0300Cristo Redentor homenageia os 150 anos do Canadáhttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/cristo-redentor-homenageia-os-150-anos-do-canadahttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/cristo-redentor-homenageia-os-150-anos-do-canada<p>Na tarde da segunda-feira, 19 de junho, autoridades diplomáticas e religiosas se reuniram no alto do Corcovado para festejarem antecipadamente o Dia do Canadá (celebrado anualmente em 1º de julho). Para comemorar os 150 anos dessa Nação Amiga, a Arquidiocese do Rio de Janeiro prestou uma homenagem ao País iluminando o monumento ao Cristo Redentor com as cores da sua bandeira, vermelha e branca.<br><span style="color: inherit;">    Durante a cerimônia, um coral formado por alunos da Escola Canadense de Niterói (RJ) entoou os hinos do Brasil e do Canadá, enquanto as luzes sobre o Monumento se alternaram para as cores oficiais do País da América do Norte. Na ocasião, o Embaixador do Canadá no Brasil, Riccardo Savone, cortou o bolo comemorativo.<br></span><span style="color: inherit;">    — Estamos muito honrados em receber essa homenagem da Cidade do Rio de Janeiro e da Arquidiocese do Rio, em celebração ao aniversário do nosso país. A cidade do Rio, assim como todo o Estado do Rio de Janeiro, é uma grande parceira do Canadá e essa noite ficará para sempre em nossas memórias e terá um lugar especial em nossos corações. Nossas relações com o Rio e os cariocas são fortes e prósperas. Seja em nossas parcerias comerciais ou em momentos de grande alegria e descontração, como foi durante as Olimpíadas, nossa afinidade com o Rio é muito rica e esperamos aprofundar cada vez mais nossas ações em conjunto. Já fizemos grandes coisas juntos, mas ainda temos muito trabalho a fazer e, certamente, muito a aprender uns com os outros, afirmou o Embaixador Savone.<br><br></span></p><p><span style="font-weight: bold;">Sobre a data<br></span><span style="color: inherit;">O Dia do Canadá recorda a data histórica do Ato Constitucional de 1867, que uniu três colônias em um único pais: Canadá, dentro do Império Britânico. É um feriado e um festival nacional de grande participação popular, que conta com desfiles e festas ao ar livre, em todo o país.</span></p><p><span style="color: inherit;"><br></span></p><p><span style="color: inherit;"></span><br></p><p><span style="color: inherit;">*Fotos: J. Lucena</span></p>Tue, 20 Jun 2017 16:31:13 -0300Porque Ele se compadece de nóshttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/porque-ele-se-compadece-de-noshttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/porque-ele-se-compadece-de-nos<p>    Já reparou que existem momentos na vida em que você se sente cansado e abatido, de uma forma que parece que nem mesmo boas noites de sono e dias de descanso são capazes de ajudar a recuperar? Em ocasiões assim, a gente não compreende o que está acontecendo, mas a verdade é que o nosso ser precisa descansar em Deus para se restabelecer. Costumamos dar muito importância ao descanso físico e até ao psicológico, mas esquecemos do espiritual, que, na realidade é tão ou mais importante que as outras dimensões da vida.<br><span style="color: inherit;">    O evangelho da liturgia deste domingo é belíssimo porque mostra a atenção de Jesus a esse aspecto da vida humana: </span></p><p style="text-align: center; "><span style="font-weight: bold;">“Vendo Jesus as multidões, compadeceu-se delas, porque estavam cansadas e abatidas, como ovelhas que não têm pastor. Então disse a seus discípulos: “A Messe é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi pois ao dono da messe que envie trabalhadores para a sua colheita!”Jesus chamou os doze discípulos e deu-lhes poder para expulsarem os espíritos maus e para curarem todo tipo de doença e enfermidade”.</span></p><p style="text-align: center; "><span style="font-weight: bold;">(Mt 9,36-10,1)</span></p><p>    É lindo saber que Jesus se compadece de nós! E que não nos deixa sozinhos: envia seus discípulos a nós!... Talvez você pense que, até hoje, nenhum discípulo foi até você... Mas será que já parou para contar quantas paróquias e capelas existem próximas à sua casa e aos seus roteiros diários de trabalho e/ou estudo?... Perceba que o Senhor permitiu que houvesse essas comunidades também pensando em você! É verdade que, como esse trecho do evangelho mesmo diz, a multidão de fiéis é grande para poucos padres. Mas, graças a Deus, há sacerdotes perto de você!<br><span style="color: inherit;">    O Senhor conferiu aos discípulos o poder de continuar a sua missão. De realizar as mesmas obras! Ou seja, faz parte do nosso ministério, como padres, o cuidado, a atenção com as pessoas. Somos chamados ao pastoreio, conforme o coração de Jesus. Será que você já fez essa linda experiência de se deixar ajudar por um sacerdote? Não tenha medo! Podemos, sim, ajudar você a descansar em Deus.</span></p><div><br></div>Mon, 19 Jun 2017 16:03:44 -030012º Plano de Pastoral de Conjunto da Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro 2017-2019https://cristoredentoroficial.com.br/noticias/12-plano-de-pastoral-de-conjunto-da-arquidiocese-de-sao-sebastiao-do-rio-de-janeiro-2017-2019https://cristoredentoroficial.com.br/noticias/12-plano-de-pastoral-de-conjunto-da-arquidiocese-de-sao-sebastiao-do-rio-de-janeiro-2017-2019<p style="text-align: center; "><span style="font-weight: bold;">Palavra do Arcebispo<br></span><span style="font-weight: bold; color: inherit;">Cardeal Orani João Tempesta, O. Cist.</span></p><p style="text-align: center; "><span style="font-weight: bold; color: inherit;"><br></span></p><p>    Trazendo a público nosso 12º Plano de Pastoral de Conjunto, recordo as experiências e desafios vivenciados durante o 11º PPC, quando pudemos sentir o pulsar do coração de nosso povo e ouvir os nossos colaboradores no governo pastoral. Foram etapas que contribuíram para traçar os caminhos pelos quais agora temos a satisfação de apontar os rumos futuros para a pastoral em nossa Arquidiocese, ao longo deste triênio. Contamos, também, com a intensa dedicação da nossa Coordenação de Pastoral e a colaboração dos nossos Vicariatos. Faz-se, portanto, indispensável registrar aqui nossa gratidão a cada pessoa que ofereceu de seu tempo e trabalho a esta iniciativa, em espírito de unidade e serviço.<br><span style="color: inherit;">    Realmente, a unidade é o nosso lema, ideal que fundamenta o anúncio da esperança nesta grande cidade, com os múltiplos contextos e situações que a compõem. A diversidade gera a inegável riqueza cultural que nos caracteriza mas, ao mesmo tempo, abriga graves desigualdades e injustiças, que nos impelem a agir. Este é o cenário sobre o qual construímos o 12º PPC, ou melhor, continuamos a construir, na medida em que sua aplicação segue o ritmo da vida eclesial.<br></span><span style="color: inherit;">    Uma imensa graça da qual desfrutamos em 2017 é o Ano Mariano. Dedicado à comemoração dos 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida, ele é também abençoado pelos festejos de 100 anos da primeira aparição de Nossa Senhora de Fátima e, já tradicionalmente, inclui as comemorações mais que tricentenárias de Nossa Senhora da Penha, da Basílica Santuário Mariano Arquidiocesano e, entre tantas outras celebrações marianas, também a do Círio, em homenagem a Nossa Senhora de Nazaré em terras cariocas. Sempre a mesma Mãe, a nos acompanhar desde as origens portuguesas até o abraço do norte ao sul do nosso país.<br></span><span style="color: inherit;">    Este é também o Ano Arquidiocesano da Família, tempo no qual o modelo de Maria Santíssima serve de inspiração para as etapas do nosso PPC. Como Mãe das Famílias, ela nos transmite sua experiência na Sagrada Família de Nazaré para o cuidado com as nossas famílias, tão ameaçadas pelas ideologias contrárias aos valores do Evangelho e pela grave crise política e econômica que nos atinge. Maria, como filha de Sião inserida na história de seu povo, é também referência para a vocação à santidade e missão de leigos e leigas, tema que vamos aprofundar ainda a partir deste ano. Em 2018 iremos viver o ano do cristão leigo e leiga como sal, luz e fermento no meio da sociedade para, finalmente, em 2019, aprofundarmos o tema das vocações à vida sacerdotal e religiosa, que encontram na entrega livre e total de Nossa Senhora o exemplo maior de acolhimento à vontade de Deus, mediante um “sim” sem reservas.<br></span><span style="color: inherit;">    Tendo em vista tantas perspectivas, confiamos à Virgem Maria nosso povo tão sofrido e todo planejamento que fizemos, esperando, através de suas mãos maternas, o auxílio divino que sustenta nossa fragilidade. E pedimos as preces e o envolvimento de nossos estimados diocesanos para o êxito na concretização deste Plano. Ele é de todos nós, que formamos a Igreja no Rio de Janeiro.</span></p><p>   </p><div><br></div>Mon, 19 Jun 2017 15:54:46 -0300Comunhão Eclesial: de Pedro a Franciscohttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/comunhao-eclesial-de-pedro-a-franciscohttps://cristoredentoroficial.com.br/noticias/comunhao-eclesial-de-pedro-a-francisco<p>    Na solenidade dos santos Pedro e Paulo, a Igreja comemora também o Dia do Papa. É uma oportunidade de manifestarmos nossa unidade com aquele que sucede a Pedro na missão de confirmar os irmãos na fé, e de conduzir a barca da Igreja em meio às turbulências deste mundo. Somos chamados a viver em unidade com o Santo Padre e a rezar por ele e em suas intenções. Uma unidade efetiva e afetiva.<br>    A<span style="color: inherit;"> dimensão de comunhão e colegialidade apostólica é um sinal visível do amor do bom pastor, que vem desde São Pedro, primeiro papa da história.  O Papa é Pontífice da comunhão, isto é, aquele que faz a ligação ou a ponte entre Jesus Bom, o Bom Pastor, e os demais pastores na condução de sua Igreja Peregrina na história.  Ele é o Peregrino que percorre caminhos de comunhão e colegialidade apostólica. Cabe ao Pastor apascentar e conduzir seu rebanho sobre o prisma do carisma que une e reconcilia a humanidade.<br></span><span style="color: inherit;">    É, pois, na qualidade de Pastor Universal da Igreja, que Francisco, o que “veio do fim do mundo”, como ele mesmo se definiu no ato de sua apresentação junto ao balcão central da Basílica de São Pedro por ocasião de sua eleição pontifícia, é como que toda a Igreja que peregrina com ele no seu jeito simples e humilde de ser Pastor pela comunhão, que alcança a universalidade da igreja universal.<br></span><span style="color: inherit;">    Esta dimensão de comunhão e colegialidade é uma vocação que se configura especificamente a capacidade do pastor. Também Pedro, nos primórdios da fé cristã, revelou esta mesma capacidade quando se tornou o primeiro da linha de sucessão apostólica, confirmando a fé recebida dos Apóstolos a partir da experiência com o Mestre e Pontífice por excelência, Jesus Cristo. Pedro, que viveu com Ele, foi aprendendo deste jeito afável e simples do Pastor conduzir o rebanho na caridade.  Esta marca de unidade e comunhão no amor fez de São Pedro modelo para os pastores que lhe sucederam e sucederão ao longo da história da Igreja.<br></span><span style="color: inherit;">    Pedro deixou esta marca de pastor que acolhe, escuta, confirma e, sobretudo, que ama com um amor incondicional, revelando o seu afeto e desejo de estar próximo de nós, o seu rebanho. Francisco de Roma é o pastor universal que tem se mostrado próximo e compassivo, sobretudo no seu jeito de escutar, acolher e pacificar a humanidade. Também a nós, o rebanho, cabe-nos esta dimensão de unidade e retribuição no mesmo horizonte de comunhão e de amor com afeto filial de rebanho que acolhe e escuta o seu pastor, atentos sempre à escuta de seus ensinamentos proféticos e missionários. Antes de tudo, acolher a Palavra de Deus anunciada e testemunhada pelo Papa.<br></span><span style="color: inherit;">    O Concílio Ecumênico Vaticano II, mormente na Constituição Dogmática</span><span style="color: inherit; font-style: italic;"> Lumen gentium</span><span style="color: inherit;">, sublinhou que é o Espírito Santo quem Santifica o povo de Deus, enriquecendo-o com dons e graças divinas. Tais graças brotam, como sabemos, em diversos lugares e de diferentes formas. São o resultado dos dons hierárquicos e carismáticos que, por sua vez, alicerçam o caminho da reforma eclesial com o pastor. É o mesmo Espírito Santo quem adorna a Igreja e a prepara para servir o povo, ao estilo de Jesus, o Bom Pastor, que entregou a Sua vida por amor à Humanidade. Cristo permanece o modelo e o caminho, mas a ação evangelizadora da Igreja decorre da presença do Espírito. O amor que irmana do coração do Sumo Pontífice é o mesmo que conduziu Pedro no exercício de seu múnus pastoral; este dom é sem fronteiras e por isso é este espírito de unidade e comunhão que conduz a vocação pastoral do Papa Francisco em nossos dias.<br></span><span style="color: inherit;">    Rezemos, amados irmãos, nas intenções do Santo Padre, o Papa Francisco, para que Deus, concedendo-lhe saúde, continue  sendo o arauto da misericórdia do Evangelho.</span></p><div><br></div>Mon, 19 Jun 2017 15:49:04 -0300